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O desenvolvimento da antropologia social

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
ICEC-...

Informações do trabalho

Suzimar L.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
8 páginas
Nível
Para todos
Consultado
3 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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4
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  1. Os diferentes ramos da antropologia
  2. O evolucionismo do ponto de vista sociológico
  3. Malinoswski e Radcliffe - Brown: a escola funcionalista
  4. Estruturalismo: uma abordagem antropológica
  5. Sincronia x diacronia X história
  6. O estruturalismo e o agente social
  7. Análise sincrônica da sociedade
  8. Método lingüístico
  9. Antropologia cognitiva
  10. A antropologia e a sociologia hoje

Tem o presente trabalho o objetivo de analisar de forma geral as evoluções do pensamento antropológico e as contribuições desta área do conhecimento para a ciência da sociedade.
No século XIX, o homem passou a ser, finalmente, enfocado pela ciência. A partir de então, ocorreu o desenvolvimento das ciências humanas e, em especial, da Sociologia e da Antropologia.
As razões que propiciaram o florescimento e o desenvolvimento das ciências humanas estão na expansão do capitalismo e nos resultados desse fenômeno. Outro fator importante foi a grande aceitação do pensamento científico no mundo ocidental. A necessidade de um planejamento social que garantisse o sucesso da economia industrial e sua expansão pelo mundo, bem como, a crescente complexidade da vida humana gerada pela unificação e industrialização, favoreceram o surgimento da teoria e métodos novos que, por essas razões, contaram com o apoio financeiro e político das elites européias.
Dentre as ciências sociais, a antropologia e a sociologia definiram de forma bem satisfatória seus objetos de estudos, objetivos e métodos. Enquanto à sociologia cabia o estudo da sociedade européia, a antropologia se encarregava do estudo dos povos colonizados na África, Ásia e Américas.
Enquanto os sociólogos acreditavam na possibilidade de criar um modelo teórico único que explicasse vários aspectos da sociedade, os antropólogos procuravam indentificar de forma precisa o não europeu, sem perceber grandes diferenças existentes na aparente uniformidade européia. Diferenças essas como aquela existente entre o industrial e o mineiro inglês, ou a diferença entre o analfabetismo de alguns grupos europeus da ausência da escrita nas sociedades iletradas.
Essas questões permaneciam indefinidas, fazendo com os antropólogos e sociólogos fossem a campo pesquisar de forma mais direta seus objetos de trabalho.

[...] A teoria que mais contribuiu para a crítica eficiente das concepções evolucionistas da antropologia e da sociologia foi o Marxismo por explicar a vida social como uma totalidade integrada, cuja desigualdade entre partes, são conseqüência das relações que mantem entre si e não de sua natureza. Malinoswski e Radcliffe Brown: a escola funcionalista A escola antropológica chamada funcionalismo surgiu no século XX em sucessão ao evolucionismo. Essa escola respondeu em partes as críticas que se faziam ao funcionalismo por seu Eurocentrismo (tendência a interpretar a sociedade não européia a partir dos valores e princípios europeus) e Etnocentrismo (princípio tendencioso de considerar uma raça como padrão e modelo). [...]


[...] As críticas ao funcionalismo O funcionalismo proporcionou grande desenvolvimento da Antropologia. Os funcionalistas foram os primeiros que voltaram suas atenções para estudar o mundo não europeu como uma realidade de igual qualidade e capaz de ser entendida em si mesma. Foram os funcionalistas que desenvolveram um método científico eficiente de estudo das diferentes culturas, entretanto, muitas críticas de caráter político surgiram denunciando a colaboração dos funcionalistas com a administração inglesa conhecida como Indirect Rule. Os funcionalistas por meio de conceitos como aculturação e choque de cultura deixavam de revelar as desigualdades que sempre existiu neste contato entre culturas, em especial quando resultam de uma política colonialista. [...]


[...] O estruturalismo e o agente social Em relação aos pressupostos estruturalistas, outra questão polêmica foi o fato de que suas análises retiram do agente coletivo as responsabilidades sobre as condições da vida social. Nessa ótica, os fenômenos sociais são meras manifestações de ordem estrutural e não expressão humana, ou seja, os homens se transformam em suportes inconscientes da estrutura social. O sucesso do estruturaralismo se fez maior na Antropologia e nos estudos da Semiologia e lingüística do que na Sociologia. [...]

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