Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
sociologia
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

Data de Publicação
20/09/2007
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
10 páginas
Nível
avançado
Consultado
29 vez(es)
Validado por
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Resenha do livro: Estado governo sociedade de Norberto Bobbio

  1. Introdução
  2. Etiopatogenia
    1. Fatores não- imunes
    2. Fatores imunológicos
    3. Fatores moduladores
    4. Fatores genéticos
  3. Fatores causais
    1. Drogas
    2. Alimentos
    3. Inalantes
    4. Parasitoses
    5. Infecções
    6. Doenças internas
    7. Contactantes
  4. Clínica
    1. Aguda- dias
    2. Crônica- 4 a 6 semanas
    3. Edema angioneurótico de quincke
    4. Anafilaxia
  5. Diagnóstico
    1. Rotina laboratorial
  6. Tratamento
    1. Afastar causa
    2. Antihistamínicos
  7. Tratamento aguda
    1. Anafilactóide
    2. Disseminadas sem risco
    3. Poucas lesões
  8. Tratamento crônica
    1. Anti- histamínicos sedantes
    2. Anti- histamínicos não- sedantes
  9. Urticária colinérgica
    1. Diagnóstico
    2. Tratamento
  10. Urticárias físicas
  11. Dermografismo
  12. Urticária de pressão
  13. Urticária ao calor
  14. Urticária ao frio
  15. Urticária aquagênica
  16. Urticária solar
  17. Urticária factícia
  18. Urticária vasculite
  19. Edema angioneurótico familiar

Segundo Bobbio a história é um labirinto. Devemos procurar por nos mesmos a saída, aprendendo como com o que já passou.
A democracia passou por vários desafios e apenas seu estudo fez com que ela ainda existisse. Bobbio foi um grande estudioso da política, que teve muitas obras traduzidas para o português.
A dicotomia entre esquerda e direita sempre sobreviveu, diz Bobbio, mesmo muitos dizendo o contrario. Por isso Bobbio diz que escreveu e ensinou para achar a saída do labirinto. A abrangência das obras de Bobbio é vasta: da filosofia do direito à ética, da filosofia política à história das idéias, sem esquecer os grandes debates contemporâneos, invariavelmente analisados com lucidez, elegância e coerência filosófica.
Bobbio admite que a democracia resistiu a todas as guerras, mas a vitória não é definitiva. Aliás, "numa visão liberal e realista da história, nada é definitivo". A dúvida de Bobbio - a quem alguns consideram ser pessimista em relação à forma de governo democrática - é sobre se a democracia se expandirá ou, ao contrário, caminhará para uma gradual extinção.
Na Ásia, por exemplo, ganham força regimes que "nos fazem pensar no despotismo esclarecido das monarquias absolutistas do século XVIII", lamenta o filósofo. E acrescenta: "No despotismo iluminado de ontem e de hoje, a figura do homem servo, mas feliz, substitui aquela que nos é mais familiar através da tradição do pensamento grego e cristão do homem inquieto, mas livre. Qual das duas formas de convivência está destinada a prevalecer no futuro próximo, ninguém está em condições de prever". Podemos dizer que, se conhecesse de perto a realidade latino-americana, Bobbio afundaria de vez no pessimismo

[...] Bobbio assinala que a história do pensamento político encontra-se permeada por uma longa discussão sobre as modalidades de limitação do poder, entre as quais se inclui a forma democrática. A democracia, desde os antigos, já foi considerada tanto uma forma boa como uma forma ruim de governo. Aristóteles, por exemplo, classificou-a como uma forma má, em oposição ao termo genérico da constituição. Ademais, Bobbio entende que os escritores políticos podem se agrupados em duas categorias: os que estão ex parte, em defesa dos interesses dos governantes, de seu direito de comandar, e em prol da unidade do poder, e aqueles ex parte, isto é, em favor dos governados, de seu direito de não ser oprimidos, e sustentados na liberdade individual. [...]


[...] O ditador, como na Roma antiga, é monocrático e legítimo (em razão do estado de necessidade), tem plenos poderes com relação à extensão do comando e é temporâneo. O tirano é monocrático, exerce um poder absoluto mas não é legítimo e nem mesmo é necessariamente temporâneo. O déspota, por seu turno, é monocrático, exerce um poder absoluto, é legítimo mas não é temporâneo. E por causa da característica da temporaneidade, a ditadura antiga é tida como algo positivo pelos escritores políticos em geral. [...]


[...] Embora prescindindo da consideração de que os dois processos são contraditórios, pois a conclusão do primeiro conduziria ao Estado sem sociedade, isto é, ao Estado totalitário, e a conclusão do segundo a sociedade sem Estado, isto é, à extinção do Estado, o fato é que eles estão longe de se concluir exatamente por conviverem não obstante a sua contraditoriedade, não são suscetíveis de conclusão. Sob outro aspecto, sociedade e Estado atuam como dois momentos necessários, separados, mas contíguos, distintos, mas interdependentes, do sistema social em sua complexidade e em sua articulação interna. [...]

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