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Sociologia Histórica

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
sociologia
Faculdade
USP

Informações do trabalho

Olivia P.
Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
13 páginas
Nível
Para todos
Consultado
0 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A História em Movimento
  2. O Estado Capitalista e Classes Sociais

Explicar a realidade, seja os processos históricos ou a política no presente, é o objetivo final das ciências sociais. Mas como essa tarefa é realizada? Por meio de uma grande diversidade de trabalhos elaborados com objetivos e formas muito diversas, a ponto de não conseguirmos distinguir facilmente as suas especificidades e traços em comum. Existem trabalhos em que as teorias são claramente construídas desconectadas de referências concretas, ou por meio de extensas descrições da realidade sem a preocupação com a elaboração de novas ou a confrontação com antigas teorias, afora a diversidade de métodos que podem responder nossas perguntas e os trabalhos que se preocupam em defender ou se contrapor a esses métodos.

[...] Para Birnbaum (1994), embora tais pontos em comum sejam encontrados quando são feitas reflexões rigorosas das próprias obras dos autores, o pensamento marxista nem sempre vislumbrou e difundiu essas características do pensamento de Marx, que não estão em contraposição às idéias de Weber. O autor afirma que o próprio Marx repudiou a utilização mecanicista de sua teoria por seus seguidores. Birnbaum (1994) defende que Marx não foi um determinista econômico no sentido de que pensasse somente os motivos econômicos como decisivos na ação dos indivíduos. Marx sabia da importância da ideologia de acordo com Birnbaum, pressupôs que a posição de classe produzia uma ideologia correspondente. [...]


[...] E esses fatos históricos se relacionam com uma teoria sobre a estrutura social e a mudança social dentro de uma sociedade capitalista. Contudo, segundo Aschcraft (1997), no legado weberiano não existe uma teoria da mudança social, pois as mudanças são reduzidas a motivações de atores individuais. Essa explicação de Weber é relacionada com a própria concepção de sociologia do autor, que era em desacordo com grandes explicações, restringindo-se a elaborar tipologias sociológicas. Aschcraft (1997) afirma que a sociologia comparada encara os objetos como fenômenos classificáveis, mas sem uma solução final. Por isso não há uma grande teoria. [...]


[...] Max Weber e Karl Marx. São Paulo: Hucitec MOORE, Barrington. As origens sociais da ditadura e da democracia: senhores e camponeses na construção do mundo moderno. São Paulo: Martins Fontes MONSMA, Karl. Apresentação. In: TILLY, Charles. Coerção, Capital e Estados Europeus. São Paulo: EDUSP MULHALL, Terry; MORAIS, Jorge Ventura de. [...]


[...] Em especial as obras de Marx e Weber podem ser consideradas inspiradoras da sociologia histórica atual. Utilizo o termo ?inspiradoras? levando em conta que a sociologia histórica não se desenvolveu como uma continuidade dos trabalhos desses fundadores das ciências sociais. Mas podemos encontrar na obra de ambos análises fundadas historicamente. Nesse sentido, embora haja uma ?vulgarização? do pensamento dos clássicos, principalmente de Karl Marx, e muitas tentativas de distanciá-lo das idéias de Weber, apresento aqui autores que estabelecem uma aproximação entre ambos, enfatizando o enfoque histórico e as explicações sobre os processos de mudança na história nas obras de Marx e Weber. [...]


[...] A autora considera essa a mais promissora das linhas. Para ela, a sociologia histórica analítica pode efetivamente combinar a preocupação em abordar problemas históricos significantes (preocupação compartilhada com os sociólogos interpretativos) junto com os esforços para construir melhores teorias sociais gerais (esforço dos pesquisadores que aplicam modelos gerais na história). E a prática da sociologia histórica analítica força um diálogo mais íntimo com as evidências históricas do que a sociologia histórica interpretativa ou a aplicação de um modelo geral. Essa linha de análise seria uma espécie de ?equilíbrio? entre as duas correntes apresentadas anteriormente, pois se preocupa com a formulação de generalizações explicativas, mas também se preocupa com as particularidades dos fenômenos estudados interpretando-os em seus contextos e elaborando hipóteses explicativas no confronto com a realidade. [...]

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