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Investimentos: uma análise reflexiva

Informações sobre o autor

Consultoria - Consultoria - Gerência de Recursos Humanos
Nível
Especializado
Estudo seguido
Mestrado...

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
dissertação
Número de páginas
42 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Desenvolvimento
    1. O mercado financeiro no Brasil antes do real
    2. O mercado financeiro hoje
    3. Só os quarenta maiores
    4. Como calcular o retorno de um investimento
    5. Referencial teórico - risco e retorno
    6. Contabilidade social
    7. Capital e investimentos
  2. Transformações financeiras, regulação substantiva e regulação procedimental
    1. Securitização e integração funcional
    2. Globalização financeira
    3. Inovações financeiras
    4. Da regulação substantiva à regulação procedimental
    5. Regulação bancária no Brasil: mudanças recentes
  3. Bibliografia

Quando fala-se em mercado financeiro, não pode-se deixar de citar os Estados Unidos, considerado hoje o líder deste mercado. Os dados referentes aos EUA, país para o qual encontra-se séries de longa extensão, verifica-se uma contínua expansão deste segmento. Nos anos que se seguiram à Segunda Guerra Mundial, a atividade de intermediação financeira representava 2,5% do Produto Interno Bruto Americano. Ao início da década de 70 essa participação se aproximava dos 3,8%, para alcançar os 5,7% no apagar das luzes dos anos 80.
A porção inicial da trajetória - os prósperos anos dos pós-guerra - assinala a importância do crescimento econômico ininterrupto e auto-sustentado como elemento de estímulo à intermediação financeira. Os choques de oferta e a estagnação dos anos 70, por oposição, reafirmam este mesmo ponto: em dez anos o setor financeiro avançou pouco mais de 0,3 ponto percentual em sua participação no PIB. Nos anos 80, em contraste, assistiu-se a um salto dado pelo setor de mais de 1,5 ponto percentual em sua participação no PIB, desempenho expressivo e por certo associado à recuperação cíclica de maior amplitude da segunda metade deste século que aquele país tem vivido nos últimos seis ou sete anos. É que, independente das demandas costumeiras, os superávits comerciais japoneses e alemães alavancaram um volume significativamente superior de transações financeiras nos EUA. O que a análise deste exemplo ajuda a concluir acerca do desenvolvimento financeira do Brasil?

[...] Isso deverá possibilitar uma melhor avaliação da capacidade de pagamento dos grandes devedores portanto, maior eficiência e menor custo no processo de concessão de crédito, o que tende a reduzir os spreads cobrados nos empréstimos bancários. Além dos benefícios diretos gerados pela implantação da Central de Risco de Crédito, ela vai possibilitar a completa reformulação dos critérios de classificação de riscos. Na legislação atual, a constituição de provisões decorre basicamente da ocorrência de inadimplência do tomador, ao passo que, nas novas regras, as provisões deverão considerar a avaliação ex ante do risco de cada operação, refletindo assim os riscos de inadimplência futura e não somente as perdas já incorridas pela instituição financeira. [...]


[...] Esta é, sem dúvida, uma das principais razões para que quase todos os países adotem a metodologia da Organização das Nações Unidas (ONU) para estimar os agregados relevantes para Contabilidade Social Capital e Investimentos Conforme SOUZA (1996,p.15) o conceito de capital apresenta significados distintos. Para o empresário, capital representa moeda ou dinheiro usado para sua atividade produtiva, enquanto para o economista, capital significa um bem durável, como máquinas, prédios que apresentam certa durabilidade. Independentemente desta distinção de conceito, a quantidade de capital sempre é medida em unidades de moeda. [...]


[...] E para ter-se uma projeção do futuro, precisa-se também saber quanto a empresa proporcionou de rendimento no passado para conhecer-se a história com vistas a projetar o futuro. Mas para conhecer-se o passado e saber-se quanto a empresa rendeu, deverá-se dividir o valor do lucro líquido que a empresa ganhou no ano pelo valor do patrimônio líquido no início do ano. O percentual assim encontrado corresponderá ao valor do rendimento que aquela determinada empresa obteve naquele ano. Todavia, no valor desse rendimento estará embutida a inflação. [...]

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