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Análise do processo de produção da escola pública

Informações sobre o autor

Consultoria - Consultoria - Gerência de Recursos Humanos
Nível
Especializado
Estudo seguido
Mestrado...

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
18 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. A escola pública
  3. Considerações Finais
  4. Referências

Não é propriedade só da história, transcrever o curso dos pensamentos, tendências e mudanças acontecidas no decorrer dos tempos. Também a educação passa por uma história, ao mesmo tempo em que ajuda a fazê-la, através da cultura do homem, dos pensamentos e ações, da forma com que os seus pensadores e cientistas buscam novos conhecimentos para ampliar a concepção do saber.
A cada época, por questões diversas, novas tendências vão surgindo para alterar a educação, sejam elas filosóficas, didáticas, metodológicas ou mesmo legal.
Falar sobre a produção da escola pública contemporânea é procurar entender seu processo de transformação no decorrer dos tempos. Constata-se que a Escola pública, mesmo enfrentando diversas resistências ao longo do século XX, teve uma expansão avassaladora. Embora, exista um vácuo nas iniciativas de pesquisa e a historiografia educacional não têm referência às funções da escola, e o que se tem do final do séc. XIX e ao longo do séc. XX, pouco serve para as elaborações teóricas, porém a história é para ser conhecida e não julgada.
E, neste sentido, Alves (1998,p.123) questiona:
- Por que se investe na educação hoje?

[...] A escola pública também se desenvolveu no interior dessa tendência de expansão das atividades improdutivas, por força da ação reguladora do Estado, e começou a servir ao reaproveitamento de trabalhadores expulsos das atividades produtivas por força do desenvolvimento tecnológico, funcionando como um recurso para atenuar as tensões sociais na sociedade capitalista, em sua fase monopolista. A escola, na perspectiva do capital, não precisava mais cumprir suas proclamadas funções específicas. Neste período, a escola é retrógrada, por manter uma organização didática confusa e descomprometida com o conhecimento; pelo aviltamento de seus conteúdos curriculares, sua expansão é necessária, do ponto de vista material, pois permitem a alocação de trabalhadores expulsos das atividades produtivas junto às camadas intermediárias da sociedade, executoras de atividades improdutivas. [...]


[...] Ela é introduzida na própria base da reprodução do sistema, de forma que o pensamento e a ação estão constantemente refratados entre si. A refletividade da vida social moderna consiste no fato de que as práticas sociais são constantemente examinadas e reformadas à luz de informação renovada sobre estas próprias práticas, alterando assim constitutivamente seu caráter. Sabemos que o capitalismo é um sistema de produção de mercadorias, centrado sobre a relação entre a propriedade privada do capital e o trabalho assalariado sem posse de propriedade, na qual tem esta relação formando o eixo principal de um sistema de classes. [...]


[...] A marca de uma época foi talvez, o fato da escola pública ao ser chamada para atender a demanda da sociedade capitalista, se atordoou ao ser tomada pelas diferentes motivações, seja do estado ou da família. As novas funções sociais da escola emergiram com força e relegaram a finalidade maior a instituição a um segundo plano. E pode-se encontrar esta realidade nas palavras de Braverman quando afirma: interesse dos pais que trabalham (ambos os pais trabalhando ao mesmo tempo tendo se tornado coisa comum naquele período) e no interesse da estabilidade social bem como da administração de uma população urbana móvel, as escolas tornaram-se imensas organizações de adolescentes sentados, tendo suas funções cada vez menos a ver com o ensino aos jovens daquelas coisas que a sociedade pensa devam ser aprendidas. [...]

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