Search icone
Permuta de Trabalhos Acadêmicos
Garantias
Leia mais sobre as nossas garantias.

Diferença entre disfluência e a gagueira

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
FACECA/FADIVA

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
15 páginas
Nível
Para todos
Consultado
107 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
escrever um comentário
  1. O APARELHO FONADOR
    1. Linguagem e fala
  2. GAGUEIRA
    1. Aspectos epidemiológicos
    2. Etiologia
    3. Tipos comuns da gagueira
    4. A criança e o problema da linguagem
    5. A normalidade da gagueira
    6. Causas
    7. Características
    8. Aspecto físico da gagueira
    9. Aspecto emocional
    10. O tratamento com integração da Fonoaudiologia, Psicologia e Educação
    11. Fatores que atenuam
    12. Auto-estima
    13. Auto-ajuda e família
  3. CONCLUSÃO
  4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

A gagueira é uma disfunção da fala, mas esta não afeta somente a comunicação do indivíduo; afeta também seu comportamento.
As reflexões que serão apresentadas ao longo desse estudo, visam contribuir para que o educador possa ampliar seus conhecimentos sobre a gagueira ? inclusive para a distinção entre disfluência comum da infância e risco efetivo de gagueira ? e assim, participar mais seguidamente de sua prevenção.
Antes de iniciar-se a consideração etiológica é importante esclarecer a diferenciação entre dois conceitos intrincados mas diferentes: disfluência e gagueira. Segundo uma das mais modernas teorias, proposta por Perkins, Kent e Curlee (1991), o padrão de fluência está relacionado a duas operações cerebrais coordenadas: uma que controla a produção dos sons da fala e outra que controla a produção das sílabas, nas quais os sons da fala devem ser inseridos. Se alguma dessas operações estiver defasada em relação a outra, o fluxo da fala será temporariamente rompido. A recuperação automática dessa defasagem temporal entre as duas operações é o fator determinante para recuperar a fluência e garantir a qualidade da emissão. Assim, a disfluência é qualquer rompimento no fluxo da fala ? comum a todos os falantes ? e a gagueira é a disfluência que por razões variáveis, como veremos a seguir, não permite a pronta recuperação do equilíbrio dos sistemas cerebrais citados.
No caso das crianças, como colocado por Zebrowski (1995), durante os anos de aquisição e desenvolvimento da linguagem é comum que existam períodos variáveis no grau de fluência. Essa variação é decorrência das incertezas morfo-sintático-semânticas e do amadurecimento neuromotor para os atos da fala. A maioria das crianças supera com sucesso esse período ? cerca de 80% das crianças recupera o padrão fluente de 6 a 8 meses após o surgimento das repetições. Para o outro grupo, a disfluência se mantém ou se agrava, podendo ou não chegar a associar movimentos corporais ao ato de fala. Esse é o grupo com grande probabilidade de vir a tornar-se crônico. Caracterizar precocemente essas crianças ampliará as possibilidades de interceptar o processo evolutivo da doença.

[...] A gagueira pode ser causada por fatores biológicos, psicológicos, educativos, culturais, familiares e sociais. A gagueira pode ser reforçada pela atitude dos integrantes do seu meio, através de expressões e atuações negativas, produto do desconhecimento a respeito das causas e das formas de tratamento desta alteração da fluência da fala. Na maior parte dos casos, a gagueira é herdada geneticamente. Pode ser evidenciada também quando uma criança com disfasia normal sofre pressão para que melhore no processo, torne-se consciente de sua dificuldade de falar. [...]


[...] Assim, no contexto populacional a gagueira apresenta o seguinte perfil: é uma patologia encontrada na maioria das culturas e línguas naturais; é mais freqüente no sexo masculino, numa razão mais coerentemente aceita de 3.5 sua taxa de ocorrência na população é de existe um índice de recuperação espontânea elevado, principalmente durante a infância; 20 a 30% das crianças que apresentam disfluências se tornam gagas; sua distribuição por idade de surgimento, é de 27% até 3 anos entre 3 e 7 anos e acima de 7 anos; na população escolar, as crianças gagas faltam 15% a mais, por problemas de saúde no período letivo; suas questões primárias de saúde são: alergias, alterações gastrointestinais, alterações visuais e auditivas; As questões secundárias de saúde são: problemas com alimentação e sono, pesadelos, enurese sendo 22% em meninos e em meninas) e sonambulismo Etiologia Como apontado por Craig (1994), as evidências disponíveis sobre a natureza da gagueira sugerem tratar-se de uma patologia decorrente de um déficit físico que gera uma resposta psicológica e um impacto no ajustamento social. [...]


[...] Como esses sistemas abstratos foram deduzidas, principalmente, através das experiências das crianças na comunidade lingüística, as diferenças entre a gramática da criança e a do adulto são compreensíveis. A partir do estágio de duas palavras é possível examinar o desenvolvimento sintático, mesmo que seja de maneira rudimentar. O sistema lingüístico da criança nessa fase também é diferente do adulto, pois além das diferenças de pronúncia e significado, elas também possuem uma gramática diferente da deles. Produzem sentenças mais breves e a maioria delas são sentenças novas, não sendo apenas imitações da dos adultos. [...]

Últimos trabalhos administração

Relação do Estado das Estradas e a Qualidade da Maçã

 Administração e marketing   |  Administração   |  Estudo   |  11/06/2013   |  BR   |   .doc   |   18 páginas

Produção e Gestão da Serraria

 Administração e marketing   |  Administração   |  Estudo   |  16/08/2012   |  BR   |   .doc   |   35 páginas