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Métodos empregados na análise de solos cultivados

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
administração
Faculdade
FACECA/FADIVA

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
15 páginas
Nível
Para todos
Consultado
107 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. INTRODUÇÃO
  2. A EMPRESA
  3. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
    1. SOLO
    2. AMOSTRAGEM
    3. PREPARO E ANÁLISE DA AMOSTRA
    4. INTERPRETAÇÃO DAS ANÁLISES
    5. FORMAÇÃO DE FÓSFORO NO SOLO E FUNDAMENTOS DOS MÉTODOS DE EXTRAÇÃO
    6. PH DO SOLO
    7. BORO
    8. DETERMINAÇÃO DA MATÉRIA ORGÂNICA
  4. MATERIAIS E MÉTODOS
    1. FÓSFORO
    2. pH EM ÁGUA E EM SOLUÇÃO DE CaCl2 0,01 M
    3. BORO
    4. MATÉRIA ORGÂNICA
  5. DISCUSSÃO E CONCLUSÃO
  6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Grande parte dos laboratórios de análise de solo, plantas e de fertilizantes existentes nas instituições governamentais cresceram a partir de instalações acanhadas e, em muitos casos, pouco apropriadas às finalidades propostas. Em várias regiões brasileiras ocorrem problemas laboratoriais de todo tipo: baixa capacitação de recursos humanos, organização deficitária, infra-estrutura precária, utilização de protocolos analíticos antigos, que não refletem o ?estado da arte? dos métodos de análise e que estão sendo utilizados em rotinas nos laboratórios desde a década de 60. Tais métodos foram idealizados em outro contexto de conhecimento, em outra década, e foram ajustados aos solos brasileiros ao longo dos anos, mas falta ainda uniformização de procedimentos entre laboratórios, prestação de serviços voltada à pesquisa e não à extensão, a par de outras deficiências, como equipamentos mal utilizados e inadequados, falta de automação de processos ou de controle estatístico, entre outros. Esse conjunto de deficiências compromete a qualidade dos laudos emitidos em laboratório.
Este relatório tem como objetivo abordar questões referentes aos métodos empregados em solo, determinar a habilidade do solo em fornecer nutrientes às plantas, calcário e fertilizantes, além de diagnosticar problemas de toxidez de alguns elementos, excesso de sais e outros.
Entretanto, para que os objetivos da análise de solo sejam atingidos, é necessário que esta prática esteja interligada com outras etapas, tais como: a) amostragem do solo; b) análise de laboratório; c) correlação entre os resultados da análise e produção-calibração; d) interpretação dos resultados; e) recomendação de calagem e adubação, sendo todos estes segmentos extremamente importantes.

[...] Em solos normais, os valores do pH geralmente encontram-se no intervalo de 4,0 a sendo que valores menores, indicam a presença de ácidos livres, como o H2SO4 no caso de solos tiomórficos drenados, e valores acima indicam a presença de solos salinos ou calcários, apesar de existirem ainda alguns radicais ácidos não dissociados em solos com pH acima de BORO Uma grande parte do B nos solos ocorre na forma de boratos em minerais silicatados, especialmente a turmalina. O B contido nestes minerais, bastante insolúveis, não é considerado prontamente disponível para as plantas embora constitua uma reserva do micronutriente no solo. [...]


[...] Trocas de amostras, erros nos cadastros dos usuários e inversão de bandejas vão comprometer o resultado final da análise e a credibilidade do laboratório. A partir do momento que as amostras de solo chegam ao laboratório, elas devem receber números (para uso interno) que as identificarão durante todas as etapas, desde o preparo inicial para análise, até os cálculos finais. A seqüência de análise deve obedecer à ordem numérica de chegada das amostras no laboratório. A inclusão, entre as amostras desconhecidas, de amostras controle com resultados bem definidos, é imprescindível para o controle de qualidade dos resultados. [...]


[...] A análise de terra constitui-se numa prática de grande valor na agricultura moderna. Através dela é possível controlar a fertilidade do solo, corrigindo condições desfavoráveis e deficiências de nutrientes e evitar o uso supérfluo de corretivos e fertilizantes. Com a análise de solo torna-se possível: apontar uma adubação racional de acordo com o solo e a planta; evitar o emprego anti- econômico de calcário e de adubos; orientar como melhor aproveitar o solo e sua cultura mais indicada. O sucesso da utilização da análise de terra para prescrição de corretivos da acidez e adubação depende de três etapas fundamentais: amostragem, preparo e análise da amostra, interpretação da análise e recomendações de corretivos e fertilizantes - INTERPRETAÇÃO DAS ANÁLISES Visando a calibração das análises químicas e a recomendação mais adequada de fertilizantes, para os diversos solos e culturas do Estado de Minas Gerais, muitos ensaios de vasos e experimentos de campo tem ainda de ser desenvolvidos. [...]

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