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Empregabilidade após os 40 anos

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
UNIFENAS

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
32 páginas
Nível
Para todos
Consultado
8 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Recursos humanos
    1. O perfil do profissional da área ontem e hoje
    2. O Rh e sua função renovada
    3. Objetivos do sistema de recursos humanos
    4. O RH estratégico
    5. As fases evolutivas da gestão de pessoal
  3. Gestão de pessoas
  4. Empregabilidade
    1. Emprego e desemprego: algumas considerações
    2. Discriminação em relação à Idade
    3. Uma questão de competência
  5. Uma visão de competências
    1. Desenvolvendo uma visão sobre a importância de competência: competências organizacionais

Buscou-se na literatura o embasamento para entender o processo atual, através das teorias administrativas e da teoria do capital humano, explicitando os aspectos que evidenciam a preocupação dos empresários com a formação dos seres humanos que compõem as empresas. O presente estudo tem como escopo mostrar qual o papel do RH de ontem e hoje dentro das empresas, assim como investigar a (re) inserção do trabalhador e diminuição de sua rejeição social, tendo em vista, as pessoas com 40 anos de idade têm menos oportunidades de emprego, transformando-se em vitimas do desemprego.

[...] Setores como a informática e altos cargos administrativos de grandes empresas estão considerando pessoas com menos de 40 anos. Por causa dos estereótipos correntes sobre velhice e envelhecimento, os trabalhadores mais velhos tendem a ser vistos como obsoletos, improdutivos, resistentes à mudança e desmotivados. Essas avaliações são apontadas como justificativas para não investir neles, visto que pouco se acredita no retorno dos custos do seu treinamento, e enfim para afastá-los do trabalho, para que seus erros não prejudiquem a organização (NÉRI p.10) Uma Questão de Competência O trabalhador que surgi neste início de século, seja independente ou empregado, terá que dispor de um novo conjunto de desenvoltura e conhecimentos fundamentais que necessitam ser constantemente atualizado, ou seja, o trabalhador atualizado precisa estar em processo consecutivo de procura e desenvolvimento. [...]


[...] Agências de emprego, consultores e profissionais da área de recursos humanos, passaram a utilizá-lo para traduzir as exigências das empresas em querer cada vez mais, profissionais que correspondam às expectativas de qualificações desejadas. Hirata (1997) faz um resgate histórico sobre a terminologia ?empregabilidade?, informando-nos que na Europa o termo surgiu nos anos 60, em decorrência dos estudos econômicos sobre a emergência de uma definição institucional do desemprego, visando discernir os inaptos ao emprego (unemployability) e os trabalhadores regulares e eficazes. Outras três definições para a empregabilidade são apontadas por Gazier[3] (apud HIRATA p.37). [...]


[...] O autor esclarece que essa definição se aplica a todo indivíduo, sem relação com a questão do desemprego e que originou-se nos trabalhos médicos dos anos 50-60 nos Estados Unidos, nos quais através de baterias de testes e de indicadores, chega-se a elaborar escalas de empregabilidade (de cardíacos, cegos, esquizofrênicos, delinqüentes, etc.). Uma das maiores aflições de nosso tempo encontra-se na angústia de não conseguir o primeiro emprego, perdê-lo ou de não obtê-lo novamente. Para convivermos com a escassez ou desaparecimento do em função das profundas mudanças de ordem econômica e social que a organização do trabalho vem sofrendo, tem surgido algumas propostas, e dentre elas, a noção de desenvolvimento da empregabilidade, que vai vislumbrar a possibilidade de manutenção ou inserção no mundo laboral pelas pessoas. [...]

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