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Estudo de caso : Acidente vascular cerebral

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
enfermagem
Faculdade
centro...

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo de caso
Número de páginas
12 páginas
Nível
avançado
Consultado
6 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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0
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  1. Medicação em uso
  2. Síntese da fisiopatologia atual
  3. Diagnóstico de enfermagem
  4. Intervenções de enfermagem

B. P. cliente feminino, 72 anos, branca, , viúva, aposentado, estudou até o 4º ano do ensino fundamental, católica não praticante. Vive em casa de madeira de seis cômodos, com a filha e esposo. A residência possui água encanada e tratada, energia elétrica, fossa séptica e coleta de lixo. Recebe visita da agente comunitária periodicamente, procura auxilio médico somente quando esta muito doente. Procurou o serviço médico em decorrência de ameaça de AVC (acidente vascular cerebral). Já esteve internado em outras ocasiões devido a problemas relacionados com a mesma doença há 18 anos quando sofreu AVC e teve paralisia direita, sem ter se submetido a nenhum procedimento cirúrgico. Faz uso de DIASEPAN, DRENOL, HIPERNOLOL E AAS INFANTIL. Deambula com certo grau de dificuldade, não faz nenhuma atividade devido sua debilitação, não recebe acompanhamento de fisioterapeuta. É fumante há 32 anos. Dorme cerca de 10 horas diárias com uso de sedativos, acorda descansada e bem disposta e às vezes dorme um pouco durante a tarde. Tem pouco conhecimento sobre sua patologia, e sente grande necessidade de esclarecimentos. Relata uma dieta parcialmente adequada a sua idade e estado de saúde. Relata tomar bastante liquido. Tem bom padrão de higiene corporal, banha-se diariamente, precisa de orientação quanto à higiene oral.

[...] Outras considerações importantes: não ingerir bebida alcoólica, não administrar para crianças e adolescentes com febre de origem virótica (especialmente gripe e varicela) pelo risco de síndrome de Reye, não ingerir o produto se houver um cheiro forte de vinagre, paciente sensível a antiinflamatório não esteróide pode ser sensível a salicilatos e vice- versa; paciente sensível ao corante tartazina pode ser também sensível ao salicilato e vice-versa, cuidado com cirurgia (pode haver sangramento: não usar nos 5 dias que antecedem a cirurgia), não associar com paracetamol ou outro antiinflamatório não esteróide menos que justificado pelo médico) Síntese da fisiopatologia atual ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL AVC, Derrame cerebral. [...]


[...] O Acidente Vascular Cerebral é a 3ª causa de morte logo atrás das doenças cardiovasculares e do cancro, constituindo a principal causa de incapacidade. O AVC é responsável por mais de 5 milhões de mortes por ano em todo o mundo. O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é, assim, responsável por um enorme impacto a nível individual, social e económico. As atuais estratégias desenvolvidas para uma melhor abordagem deste problema englobam: Tratamento do AVC na fase aguda; Prevenção primária do AVC; Prevenção secundária do AVC. [...]


[...] Ir diminuindo as doses gradativamente, durante 8 a 12 semanas, até descontinuar totalmente o uso do produto, a eficácia do produto em tratamentos prolongados (além de 6 meses) não foi comprovada, cuidados extremos devem ser tomados ao se administrar o produto via injetável, em especial por via intravenosa, a idosos, pacientes com doenças muito graves e àqueles com problemas pulmonares, pois existe a possibilidade de ocorrer parada temporária da respiração durante o sono e/ou parada cardíaca, o álcool benzílico, presente como excipiente na fórmula do produto injetável, pode provocar lesões irreversíveis no recém- nascido, principalmente em prematuros. [...]

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