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Crise convulsiva

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
farmácia
Faculdade
Centro...

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
12 páginas
Nível
avançado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
    1. Crise convulsiva
    2. Medicamentos utilizados no tratamento das crises convulsivas
  2. Objetivo
  3. Materiais
  4. Discussão

Crise convulsiva é um quadro caracterizado pela contratura involuntária da musculatura com movimentos desordenados, generalizados ou localizados, acompanhada de perda dos sentidos. (BURIL, Marlus ? Como ajudar uma pessoa em crise convulsiva). O termo crise convulsiva descreve as várias experiências e comportamentos e não é o mesmo que uma convulsão, embora os termos sejam às vezes utilizados como sinônimos. Qualquer coisa que irrite o cérebro pode produzir uma crise convulsiva.(Manual Merck, Cap.73)
Seja qual for a causa, ou o tipo de crise convulsiva, há descargas elétricas de origem e sintomas específicos (ARAÚJO, Antônio ? Tema: convulsões):
- Lobo frontal: tremores num músculo específico.
- Lobo occipital: alucinações de flashes de luz.
- Lobo parietal: dormência ou formigamento numa parte específica do corpo.
- Lobo temporal: alucinações de imagens e comportamento repetitivo complicado (por exemplo, caminhar em círculos).
- Lobo temporal anterior: movimentos de mastigação, estalar dos lábios.
- Lobo temporal anterior profundo: alucinação intensa de um odor, agradável ou desagradável. (Manual Merck, Cap.73)

[...] (PISTELLI, Ivan Pollastrini, Estado de mal epilético em pediatria) A primeira medida durante uma crise convulsiva é avaliar o cenário onde está o paciente. Deve-se evitar toda e qualquer situação que possa colocar sua integridade em risco. Colocar a pessoa deitada de costas em local plano, confortável, afastada de toda fonte de risco, por exemplo: tomadas elétricas, fios, objetos perfurantes. Não tentar introduzir objetos entre os dentes. Realizar a manobra de abertura de vias aéreas para facilitar a entrada de ar nos pulmões: ajoelhe-se sobre os dois joelhos e próximo da cabeça da vítima, coloque uma mão no queixo e outra na testa da vítima. [...]


[...] .PISTELLI, Ivan Pollastrini, Estado de mal epilético em pediatria. Diagnóstico e terapêutica ed. São Paulo: Robe v p. 69-73 SCHRTSMAN, Manual de primeiros socorros Editora Ática 1996, 1.ed; ZANINI-OGA Guia de medicamentos, 2.ed Guiamed; 7. ANEXOS CONVULSÕES RECONHECIMENTO Poderá haver: ?Ausência? repentina; olhar parado. Leve crispar os lábios, pálpebras ou cabeça. Movimentos ?automáticos? estranhos estalar os lábios, mascar, produzir ruídos estranhos ou remexer compulsivamente nas roupas. TRATAMENTO E OBJETIVO Proteger a vítima até que ela se recupere totalmente Ajude a vítima a sentar-se em lugares tranqüilos e remover qualquer fonte de perigo como bebidas quentes das proximidades. [...]


[...] Clonazepan Indicação: Epilepsia síndrome de Len nox Gastaut variante de pequeno mal; crises acinéticas; crise mioclônica; crises de ausência-pequeno mal; crises simples parciais; crises tônico-clônicas). Posologia: Adultos dose máxima: 20 mg/dia Dose inicial de 500 mcg mg) v. o vezes ao dia; Aumentar com acréscimos de 500 mcg mg) a 1 mg, cada 03 dias, até que as crises sejam controladas. Crianças: Até 10 anos ou até 30 Kg. Dose inicial de 10 a 30 mcg (0,01 a 0,03 mg)/Kg/dia v.o., fracionados em duas ou três vezes, sem ultrapassar 50 mcg; aumentar com não mais do que 250 a 500 mcg (0,25 a 0,5 mg) cada três dias, até a dose de manutenção de 100 ou 200 mcg a 0,2 mg) Kg/dia ou até que as crises sejam controladas. [...]

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