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Câncer de esôfago

Informações sobre o autor

 
Nível
Especializado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
Universidad...

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
42 diapositivo
Nível
Especializado
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Validado por
Comitê Facilitaja
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Histologia: Revestido por epitélio pseudo-estratificado ciliado não queratinizado com células caliciformes. Divisão ? tipos de fibras musculares - Terço proximal - Terço médio - Terço inferior Camadas - Mucosa: Revestimento epitelial pavimentoso estratificado, uma lâmina própria de tecido conjuntivo. - Submucosa: Pequenas glândulas - Muscular: Externa e interna Epidemiologia: 6ª causa de mortalidade oncológica 3H:1M Raça negra > 40 anos (50-60 anos) Maior incidência: Ásia; China; Cingapura; Irã; Rússia; África Tipos histológicos: Tumores epiteliais - Carcinoma escamoso - Adenocarcinoma - Carcinóide - Carcinoma indiferenciado - Carcino-sarcoma Tumores não-epiteliais - Sarcoma - Melanoma - Rabdmio-sarcoma - Linfoma Carcinoma escamoso (epidermóide) Derivado do epitélio estratificado não-queratinizado Mucosa normal do esôfago Origem 1/3 médio 35 - 50% 1/3 médio superior 15 - 25% Adenocarcinoma Derivado do epitélio de Barrett Epitélio colunar displásico Metaplasia intestinal ? esofagite grave de refluxo Pode preceder CA franco Aneuploidia Mutações de p53 no epitélio displásico Origem 1/3 distal 25-50% Fatores de risco: Carcinoma escamoso: Hábitos de vida; Etilismo; Tabagismo Fatores dietéticos - Alimentos com compostos N-nitroso - Contaminação com fungos produtores de toxina - Deficiência de Selênio, Zinco e vitaminas - Bebidas extremamente quentes

[...] laríngeo recorrente Linfonodos cervicais profundos (supraclaviculares), para-esofágicos, mediastínicos posteriores e traqueobrônquicos 1/3 distal Diafragma, pericárdio e estômago Linfonodos para-esofágicos, celíacos e do hilo esplênico Metástases à distância Fígado, pulmão e pleura Exames para estadiamento US endoscópico de alta freqüência Melhor exame para estadiamento T e N RX tórax Alterada - 50% Adenopatia mediastinal, derrame pleural e metástases pulmonares Exames para estadiamento TC tóraco-abdominal Avalia a espessura da parede esofágica (normal até 5mm), os linfonodos mediastinais e as metástases à distância Broncofibroscopia Inversão tráqueo-brônquica Indicação principal CA 1/3 superior e médio Exames para estadiamento Toracoscopia e laparoscopia com biópsia Avalia linfonodos e metástases à distância PET Tomografia de emissão de pósitrons Avalia viabilidade da ressecção Estadiamento Tamanho do Tumor Primário T0: sem sinais de tumor primário TIS: carcinoma in situ (displasia de alto grau) T1: tumor restrito a lâmina própria ou submucosa T2: tumor restrito à muscular própria T3: tumor invade tecido periesofágico T4: tumor invade tecidos adjacentes linfonodos N0: sem comprometimento N1: metástase para gânglios linfáticos regionais metástase M0: ausência de metástase M1: com metástase Estadiamento Prognóstico Ruim CA totalmente ressecável 40 - 50% Mortalidade operatória entre 5-10% Cura: 10-35% Sobrevida global Estágio 60% Estágio II: 30% Estágio III: 20% Estágio IV: Tratamento Abordagem inicial PoliQT e RT e/ou cirurgia QT junto com RT: melhor sobrevida do que RT sozinha QT + RT Indicação Não candidatos à cirurgia alto risco cirúrgico Esquema 5-fluoracil + cisplatina Resposta clínica 30-70% Sobrevida em 5 anos 10% dos casos Tratamento RT ( 5.500 6.000 cGy) Carcinoma epidermóide Resultado semelhante ao da cirurgia radical Menos eficaz no alívio dos sintomas obstrutivos QT redução significativa de massa tumoral 15 25% - único agente 30 60% - múltiplos agentes inclusive cisplatina Neoadjuvante Redução das micrometástases Tratamento Cirurgia curativa Esofagectomia + linfadenectomia regional com margem de segurança de 8 cm no mínimo Indicação Estágio I e II Reconstrução do trânsito Preferencialmente com o estômago Indicação Razoável estado geral e sem comorbidades preocupantes, na ausência de metástases à distância e de um T4 irressecável Tratamento Técnicas para esofagectomia Esofagectomia transtorácica Mortalidade operatória: 7-20% Esofagectomia trans-hiatal Mortalidade operatória: Esofagectomia em-bloc Cirurgia toracoscópica Tratamento Esôgafo superior Esofagectomia Laringectomia Reconstrução com estômago Microcirurgia com intestino delgado Tratamento complementar Rt 5.040 cGy Cisplatina 75mg/m2 D1 1ª a 5ª semana 5 FU 1.000 mg/m2 D1 a D4 1ª e 5ª semana Tratamento Esôfago médio Cirurgia Toractomia direita Transhiatal Tratamento complementar QT RT Tratamento Esôfago distal Cirurgia Esofagectomia transhiatal Gastrectomia parcial Esvaziamento ganglionar abdominal superior QT RT a partir do estágio II Tratamento Pré-operatório Desnutridos por disfagia Pode-se dilatar a estenose por endoscopia e inserir um catéter de Dobb-hoff para garantir um aporte nutricional de pelo menos 2000Kcal/dia e postergar a cirurgia após melhora nutricional Pós-operatório Jejunostomia para alimentação enteral Tratamento Abordagem paliativa CA incurável e inoperável Para alívio da disfagia, desnutrição e controle das fístulas traqueoesofágicas Dilatadores esofágicos ou stents Reconstituição do trânsito alimentar por período curto Tratamento [...]


[...] Terço inferior Camadas Mucosa Revestimento epitelial pavimentoso estratificado, uma lâmina própria de tecido conjuntivo. [...]

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