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Reanimação cardiopulmonar

Informações sobre o autor

 
Nível
Avançado
Estudo seguido
medicina
Faculdade
UFMG

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
.ppt
Tipo
estudo dirigido
Número de páginas
86 diapositivo
Nível
avançado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Indicações para Reanimação Cardiopulmonar
  3. Diagnóstico
  4. Tratamento
  5. Tratamento com marcapasso temporário
  6. Condutas Pós-Reanimação
  7. Interrupção das Manobras de Reanimação Cardiopulmonar
  8. Conclusões
  9. Referências

Introdução A parada cardiopulmonar é a cessação da circulação e da respiração; é reconhecida pela ausência de pulso e pela apnéia em um paciente inconsciente. A interrupção súbita das funções cardiopulmonares se constitui num tipo de problema que sempre foi um desafio para as equipes médicas. Esta é uma emergência médica extrema, cujos resultados serão a lesão cerebral irreversível e a morte, se as medidas adequadas para restabelecer o fluxo sangüíneo e a ventilação não forem tomadas. Até que o diagnóstico correto da causa da parada cardiorrespiratória seja determinado, a equipe de ressuscitação deve preocupar-se basicamente em manter o bombeamento sangüíneo e a função respiratória. Até alguns anos atrás, nada era feito quando da ocorrência da parada cardiorrespiratória, devido a uma crença infundada, vigente na época, de que nada poderia ser feito por esses pacientes. Entretanto, nos anos 50, verificou-se que a ressuscitação cardiopulmonar após a parada cardíaca era, de fato, possível.

[...] Adrenalina (cloridrato de epinefrina): É a principal droga usada no atendimento da parada cardíaca. Atua como estimulante nos receptores alfa e beta-adrenérgicos. Sua ação determina a vasoconstrição periférica e o favorecimento da circulação cerebral e coronariana, a melhoria da contratilidade miocárdica e da fibrilação ventricular e estimula contrações espontâneas. Tratamento Sua apresentação é de ampolas de 1 ml, com concentração de Cada ampola contém 1 mg. A dose inicial é de 1 mg EV (dilui-se uma ampola de 1 ml para 10 ml, com água destilada, soro fisiológico ou glicosado), repetindo-se a cada três a cinco minutos durante as manobras de ressuscitação, devido a seu efeito fugaz. [...]


[...] Entretanto, nos anos 50, verificou-se que a ressuscitação cardiopulmonar após a parada cardíaca era, de fato, possível. Introdução Nos anos 60, a técnica de reanimação da parada cardíaca foi proposta por Kouwenhoven e Jude, que descreveram o bombeamento de sangue pelo coração parado, caso aplicada massagem intermitente sobre o esterno de encontro à coluna vertebral. A partir dessa época, cada vez mais se discute sobre as técnicas de ressuscitação, sendo obtidos melhores resultados. Introdução O tempo máximo de anoxia que pode ser suportado pelo cérebro é muito variável, dependendo das condições existentes; assim, durante a hipotermia profunda (cerca de estados de parada circulatória total são tolerados por até 50-60 minutos esta parada circulatória é feita artificialmente em alguns casos de cirurgia cardíaca (cardiopatias congênitas complexas; aneurismas da croça da aorta) eventualmente, poderá ser observada na prática clínica, em casos de afogamento em águas geladas. [...]


[...] Para a correta realização da RCP, devem existir condições mínimas de equipamento e pessoal treinado para que resultados satisfatórios possam ser obtidos. Poderíamos dividir o item material em equipamento, medicação e material de consumo. Tratamento Equipamento: monitor; eletrocardiógrafo; desfibrilador; tubos endotraqueais; cânulas para traqueostomia; laringoscópio; aspirador; Ambu; máscara; fonte de oxigênio; respirador; marcapasso externo; material cirúrgico (bandeja para cirurgia de médio porte). Medicação: adrenalina; atropina; bicarbonato de sódio a 8,4 e a dopamina; dobutamina; amrinona; gluconato de cálcio; xilocaína. Tratamento Material de consumo: sondas para aspiração; cateteres para acesso venoso; cateteres para punção venosa periférica; equipos de soro; soro fisiológico; soro glicosado isotônico; soro glicosado hipertônico; Ringer lactato; pasta de ECG; compressas; gaze; Povidine ; esparadrapo; faixas de crepom; eletrodos descartáveis para monitoração; água destilada estéril; sondas vesicais; drenos torácicos; fios de sutura (diversos tipos); agulhas de sutura; cateter de marcapasso temporário; luvas cirúrgicas; campos cirúrgicos. [...]

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