Search icone
Permuta de Trabalhos Acadêmicos
Garantias
Leia mais sobre as nossas garantias.

Cirurgia de pterigio

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
UNIFENAS

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
23 páginas
Nível
Para todos
Consultado
4 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
0 Avaliaçao cliente
0
escrever um comentário
  1. O que é o pterígio
    1. Localização da afecção
    2. Sintomas mais freqüentes
    3. Característica clinica do pterígio
    4. Histologia do pterígio
    5. Patogênese do pterígio
    6. O pterígio e o uso da lente de contato
  2. Tratamento e cirurgia do pterígio
    1. O precedente do pterígio - a pinguécula
    2. O tratamento do pterígio
    3. A cirurgia do pterígio
  3. Tratamento e cirurgia com mitomicina
    1. No pterígio
    2. Em neoplasia intra-epitelial córneo-conjuntival

O pterígio consiste de um crescimento de tecido fibrovascular proveniente da conjuntiva bulbar, via de regra, presente na região nasal da fissura interpalpebral, que se desenvolve em direção à córnea. Trata-se de uma afecção de etiologia multifatorial, que se relaciona com a exposição à radiação solar, a microtraumatismo de repetição, inflamações crônicas, idade, hereditariedade e distúrbios imunológicos.
A remoção cirúrgica, não é a única conduta disponível, existe ainda o tratamento clínico. Todavia, em se tratando de procedimento cirúrgico, até o momento para a completa resolução do pterígio, está sendo indicada nos casos em que há prejuízo da acuidade visual, da mobilidade ocular, inflamações crônicas, sintomas irritativos persistentes e/ou alterações cosméticas.
As modalidades cirúrgicas são diversas dentre as quais destacam-se: excisão simples (esclera nua); excisão com rotação de retalho (pouco utilizada); excisão com ceratoplastia lamelar; transplante análogo de conjuntiva; e transplante de membrana amniótica. Esta última está sendo praticada com receios por alguns médicos, devido a complicações que podem surgir posteriormente, considerando-se que trata-se de material retirado de outro ser humano, e até mesmo de animais.
A recidiva do tecido fibrovascular tem sido o maior problema do tratamento cirúrgico do pterígio que chega até a 89,8% para alguns procedimentos, sendo que às vezes pode ser mais agressiva que a própria lesão primária (LEE; HIRTS, 1992).
Por outro lado, a mitomicina C (MMC) utilizada como terapia adjuvante no tratamento do pterígio, tem sido bastante utilizada, na medida em que atua inibindo a síntese do DNA.
Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é acompanhar a evolução da mitomicina C como tratamento pós e pré-operatório, e até mesmo em tratamento clínico do pterígio e também de outras afecções oftalmológicas.
Este trabalho, seguindo uma ordem lógica de entendimento, inicia-se pela explanação da afecção em si ? ?o pterígio?.

[...] Figura 3 Pós-operatório Fonte: Revista Universo visual (2005) Gomes (2005) diz que, particularmente, no caso em que o paciente tenha menos de quarenta anos, a cirurgia é feita com membrana amniótica . Porém, se o paciente não dispõe, ou não pode ter acesso à membrana amniótica, ele parte para o transplante da conjuntiva, que, segundo ele, é tão bom e talvez até superior à membrana amniótica. A cirurgia com membrana amniótica oferece ao cirurgião duas vantagens: Primeiro, porque não é preciso mexer na conjuntiva do paciente, o que resulta num ganho de tempo. [...]


[...] Dois dos pacientes apresentaram regressão parcial de lesão e foram submetidos à cirurgia de lesão residual, contudo, o exame anátomo- patológico não acusou nenhuma evidência de células neoplásicas (BALLALAI et al, 2000). CONCLUSÃO No caso do NIC e CEC o uso tópico da MMC mostrou-se eficaz nos relatos da literatura, sem complicações severas e com baixas taxas de recidiva (FRYTCH-PERY et al, 1997). A mitomicina é um agente alquilante, mas, apesar disso, alguns tumores podem resistir à droga, justificando assim as regressões parciais e recidivas tumorais pós tratamento, que também foram relatadas em outros estudos e outras afecções oftalmológicas (FRYTCH-PERY et al, 1997). [...]


[...] Efeitos do uso tópico da mitomicina C no epitélio corneano de coelhas. Análise hispopatológica pela morfometria. Arq. Bras.Oftamol pp.431- ARIETA, Carlos Eduardo. Decifrando o Pterígio. Revista Universo Visual. Maio BALLALAI, Priscilla Lupi; GOMES, José Alvaro Pereira; SANTOS, Myrna Serapião dos; FREITAS, Denise de; ERWENNE, Célia Maria; RIGUEIRO, Moacyr. Uso de mitomicina C tópico no tratamento da neoplasia intra-epitelial córneo-conjuntival e carcimona epinocelular conjuntival resultados preliminares. Arquivo Brasileiro de Oftalmologia, 2003; 66, pp.559-562. CALABRESI PARKS RE. Antiproliferative agents and drugs used for immunosuppression. [...]

Mais Vendidos medicina

Colecistopatias

 Biologia e medicina   |  Medicina   |  Estudo dirigido   |  09/10/2007   |  BR   |   .ppt   |   54 páginas

Patologias cirúrgicas do Baço

 Biologia e medicina   |  Medicina   |  Estudo dirigido   |  21/06/2007   |  BR   |   .ppt   |   64 páginas

Últimos trabalhos medicina

Fisiologia e Anatomia em Otorrinolaringologia

 Biologia e medicina   |  Medicina   |  Estudo   |  25/09/2012   |  BR   |   .ppt   |   13 páginas

Diagnóstico e tratamento das Otites

 Biologia e medicina   |  Medicina   |  Estudo   |  25/09/2012   |  BR   |   .ppt   |   27 páginas