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A problemática oriunda da eutanásia

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
Fumesc

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
22 páginas
Nível
Para todos
Consultado
2 vez(es)
Validado por
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  1. Conceito de morte e seus aspectos jurídicos
    1. Morte encefálica
  2. Eutanásia
    1. Espécies de eutanásia
    2. Aborto, um tipo de eutanásia
    3. Ortotanásia
    4. Distanasia e cuidados paliativos
    5. Mistanásia
  3. Bioética, a luta para prolongar a vida
    1. Saber viver com dignidade

O presente trabalho tem a finalidade de analisar a EUTANÁSIA, que não poderá vir a ser legalizada, pois fere rigorosamente o direito a vida. Ninguém tem o direito de extinguir a si próprio, isto não pode virar um costume, todos têm o direito de viver e ter vida em abundância seria o fim de tudo se cada qual estipulasse o momento que seria melhor para por fim em sua vida. Se assim não fosse porque existiria o código Penal e o Código de Processo Penal para editar leis e conseqüentemente aplicar uma sentença? Não se pode ver isto como se fosse algo normal e pronto, vir como conseqüência de um mundo globalizado onde o amor parece não fazer mais da vida de maioria das pessoas, que estão deixando transparecer que tudo é normal, se ele quer quem somos nós para não aceitar! Somos sim pessoas, seres humanos capazes de pensar e ver que esta não é uma decisão que se deve tomar, pois se fosse normal desde os tempos mais remotos já seria uma norma legal.
È grande a divergência sobre a Eutanásia, problema este, que sendo discutido entre os religiosos que defendem a vida em torno de sua religiosidade e daqueles que vêem o sofrimento da pessoa como imoral, como falta de dignidade, o sofrer constante.
Qual seria a vantagem, depois de anos vividos, chegando ao fim do caminho, por tão pouco, tirar a própria vida, desistir de lutar, sabendo que a chegada está tão próxima, que receber o seu prêmio, mesmo não sendo o primeiro lugar, mas como simples prêmio de consolação e saber que tudo valeu a pena.
Poderia ter certeza de não estar cometendo o suicídio, o mais louco de todos os atos do ser humano, ato este tão criticado pelas pessoas que, sempre se perguntam qual seria o motivo tão grave que o levou a tomar esta drástica decisão, pergunta esta que nunca terá uma resposta definitiva, pois para respondê-la não haverá um professor como o de matemática para lhe dar a resposta exata.
Eutanásia, uma palavra forte de grande impacto, mas o seu uso tem conseqüências muito maiores, já pensou sair por ai, praticando este ofício, quem seria o grande exterminador do futuro, bela profissão, pois certamente essa será sua identificação, o seu resultado será tão confuso, que nossas vidas perderiam totalmente o sentido, a imaginação tomaria conta de nossos sentidos, pois, qual é o futuro que nos espera? Ficar doente? Lutar para viver? Encontrar alguém disposto a cuidá-lo de nós com carinho e afeição ou, ser posto a prova da eutanásia?
Gostaria de ser bem cuidado, tomar remédios para tirar as dores, ou então saber que a qualquer hora aparecerá alguém não tão disposto a cuidar de alguém, e, que poderá ter um final bastante antecipado! Será este o fim?
Mostrar como agir em determinado caso, cometer suicídio seria mesmo morrer em paz; matar alguém sabe que é um delito grave, mais ainda, aquela pessoa indefesa, que não mais possa se defender como fica o direito à vida, o tão falado direito que proíbe com todas as formas matar alguém, onde estará a sua segurança, qual é a diferença em matar ou ajudá-lo a morrer, pode-se dizer que o resultado será o mesmo. É preciso sim, morrer com dignidade, mas na hora certa, aquela já foi marcada desde a fecundação do óvulo, pois, se assim não fosse, toda a magia da vida não teria mais sentido. O ser humano, não se diz ser aquele que vive em comunidade, com isso seria negar a própria existência, já imagina o quanto seria horrível eliminar a si próprio, ou isto tornar pratica comum por aqueles que sentem incomodados com você, ou que por vezes tenham outros interesses pessoais.

[...] Encontrar alguém disposto a cuidá-lo de nós com carinho e afeição ou, ser posto a prova da eutanásia? Gostaria de ser bem cuidado, tomar remédios para tirar as dores, ou então saber que a qualquer hora aparecerá alguém não tão disposto a cuidar de alguém, que poderá ter um final bastante antecipado! Será este o fim? Mostrar como agir em determinado caso, cometer suicídio seria mesmo morrer em paz; matar alguém sabe que é um delito grave, mais ainda, aquela pessoa indefesa, que não mais possa se defender como fica o direito à vida, o tão falado direito que proíbe com todas as formas matar alguém, onde estará a sua segurança, qual é a diferença em matar ou ajudá-lo a morrer, pode-se dizer que o resultado será o mesmo. [...]


[...] A Lei em epígrafe ratifica a tendência moderna de respeitar a livre manifestação de vontade do paciente em fase terminal, sob os princípios da dignidade humana, autonomia de qualidade de vida, dessa forma, a obstinação terapêutica, que prolonga inutilmente a vida do moribundo vegetativo A EUTANÁSIA EM RELAÇÃO À ÉTICA E MORAL Dificilmente alguém poderá responder rapidamente o que seria ética e moral dentro de um conceito técnico. Mas no consciente sabem do que se trata a ética deriva do termo ethos, vocábulo de origem Grega que significa ?modo de ?caráter?, pode ser compreendido como estudo sobre as ações humanas e em suas manifestações. [...]


[...] A bioética secular firmou-se no valor moral da pessoa; a bioética confessional, no valor metafísico e teológico; a bioética principialista, na autonomia; a definição política, na liberdade; e a bioética existencial, na autoconstrução progressiva da personalidade. Todas com grande qualidade ética, mas, nem todas têm a mesma facilidade de interpreta eticamente os avanços da genética e da biotecnologia. No fundo de cada experiência e de nova descoberta está presente à pessoa, aquela que estuda e desenvolve novos projetos de conhecimento científico com o mesmo sentido um meio de prolongar a vida SABER VIVER COM DIGNIDADE A dignidade é aquilo que não tem preço, que não pode ser comprado nem vendido, pois a dignidade se encontra dentro do contexto do ser humano. [...]

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