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Teoria econômica

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
economia
Faculdade
centro...

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
13 páginas
Nível
Para todos
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  1. Mercantilismo
  2. Escola clássica
  3. Fisiocracia
  4. Liberalismo
  5. Socialismo
  6. Marxismo
  7. Escola neoclássica - marginalismo
  8. Institucionalismo
  9. Keynesianismo
  10. Economia pós- keynesiana
  11. Monetarismo
  12. Neoliberalismo

As escolas do pensamento econômico correspondem não só a conjuntos sistematizados e interconsistentes de princípios teóricos, como também a sistemas de idéias e de valores, comprometidos com questões éticas, políticas e sociais. Conseqüentemente, não são dissociáveis a direção e os resultados da investigação cientifica de cada escola e sua matriz ideológica.

Nenhuma escola pode ser considerada isolada, pois cada corrente esta vinculada, por razões ideológicas ou por princípios teóricos, a uma ou mais antecessoras. Novas teorias se baseiam em idéias predecessoras, ou da oposição ás precedentes, levando o pensamento a novas direções. Em ambos os casos, há evidentes ligações entre as teorias.

As ligações se dão por dois canais: convergência dos fundamentos teóricos e vinculação ideológica, a mais importante. Segundo Marilena Chavì, no livro O que é ideologia (1993), o surgimento e a consolidação de determinada ideologia se dá em três momentos distintos:

1. Inicia-se com um conjunto de idéias de uma classe em ascensão para que essa classe apareça como representante dos interesses de toda a sociedade, legitimente a luta da nova classe pelo poder.
2. Prosseguir via popularização, tornando-se as idéias e valores pelos que são contrarias á estrutura dominante e consolidando-se á medida que é aceita pelos não dominantes.
3. A ideologia proposta dá sustentação a nova estrutura de dominação, mesmo que os interesses das categorias sociais de que emergiu sejam sufocadas pelos interesses da nova classe dominante.
Foi sob esta interpretação, que surgiram e se desenvolveram as grandes teorias econômicas.

[...] Fisiocracia A fisiocracia, no século XVIII, combateu as idéias mercantilistas e formulou, pela primeira vez, uma teoria do liberalismo econômico. Os fisiocratas, grupo de economistas franceses, transferiram o centro das analises do comercio para a produção, criaram a noção de produto liquido: somente a terra/natureza é capaz de criar algo novo. As outras atividade, com a industria e o comercio, não fazem mais que transformar ou transportar os produtos de terra. A fisiocracia impôs-se como uma doutrina da ordem natural: o universo é regido por leis naturais, absolutas, imutáveis e universais, desejadas pela providencia divina para a felicidade dos homens. [...]


[...] Marxismo Denominação para a obra teórica de Marx e Engels, que constitui a fundamentação ideológica do moderno comunismo. Consiste num conjunto de teorias econômicas mais-valia), filosóficas materialismo dialético), sociológicas materialismo histórico) e políticas, desenvolvido a partir da filosofia de Hengel, do materialismo filosófico francês do século XVIII e da econômica política inglesa do inicio do século XIX. A obra Capital?, de Marx, mudou os rumos de economia política, com a exposição da teoria da mais-valia como trabalho excedente, não pago, fonte de lucro, dos juros e da renda. [...]


[...] A controvérsia basicamente era a teoria do colapso capitalista e as naturezas que levariam seu fim. Rosa Luxemburgo argumenta que a teoria de Marx deveria ser adaptada às novas condições do imperialismo econômico e político do inicio do século XX. Em 1916, Lênin, em O Imperialismo, Etapa Superior do Capitalismo, caracteriza do capitalismo moderno com um meio de dominação. A ação capitalista internacional dividiria os paises em dois grupos: os de estrutura financeira e industrial poderosa e os atrasados, fornecedores de matéria-prima e mão-de-obra barata. [...]

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