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Empréstimos para a terceira idade

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
UNIFENAS

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
33 páginas
Nível
Para todos
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. A velhice e a gerontologia
  3. Políticas públicas do idoso no Brasil
    1. Leis referentes ao idoso
    2. Lei 8842/94 - Dispõe sobre a política nacional do idoso
  4. Educação e cidadania
    1. A importância do idoso para a sociedade
    2. O idoso na modernidade
  5. Empréstimo para terceira idade

Desde o surgimento da Lei nº. 10.820 de 17 de dezembro de 2003, vigorada no Governo de Luis Inácio Lula da Silva, os aposentados e pensionistas passaram a ter direito a crédito consignado, descontado diretamente nos contracheques dos beneficiários.
Estudos e levantamentos efetuados pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que o Brasil conta com quase quinze milhões de idosos, o que representa 8,92% da população, referindo a que, no ano de 2030, serão mais de cinqüenta e dois milhões de envelhecidos que consistirão, percentualmente, em 22,10% da totalidade dos brasileiros, números que colocam o país entre as cinco primeiras nações envelhecidas do mundo, confirmando-se, portanto, que a expectativa de vida dos brasileiros aumentou, em média, dois anos, sete meses e seis dias nos dez anos passados (entre 1990 e 2000), segundo a ?Tábua Completa de Mortalidade? do ano de 2000, oriunda daquele instituto.

[...] Nos últimos anos, nota-se uma tendência voltada para a mobilização em busca de soluções ou atenuante, resultando a inclusão da terceira idade no rol dos assuntos em debate e despertando nos órgãos maior sensibilidade em relação a esta questão, especialmente os órgãos públicos voltados para a previdência social, no sentido de priorizarem a problemática emergente do idoso. De acordo com Salgado: A questão social dos velhos não pode continuar sendo secundarizada, nem sendo objeto de políticas tímidas e soluções menores. [...]


[...] Os direitos a todos assegurados pela Constituição Federal devem ser obedecidos, mas enquanto não se atinge este patamar, deve- se lutar para o combate da idéia de que o idoso é uma parcela doente e incômoda da população. Deve o idoso ser visto como um cidadão, que participa e contribui para a construção e desenvolvimento efetivo da sociedade. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARIÈS, Phillipe. História social da criança e da família. Rio de Janeiro: Guanabara BEAUVOIR, Simone de. A velhice ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira BORGES, Maria Cláudia Moura. [...]


[...] Uma tutela específica para o idoso surgiu em 1994, com a Lei 8842, de 1994, que estabelece a Política Nacional do Idoso, em razão de várias reivindicações feitas pela sociedade em meados da década de 70 principalmente, em razão do documento ?Políticas para a Terceira Idade nos anos produzido pela Associação Nacional de Gerontologia - ANG o qual estabelece um rol de recomendações sobre a questão dos idosos. Assim, a Constituição Federal de 1988 define os direitos e garantias fundamentais de todos os indivíduos. [...]

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