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Poetas pernambucanos

Informações sobre o autor

Professora de Especialização
Nível
Especializado
Estudo seguido
graduação...

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
17 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. O MANDARIM ? RESUMO DA OBRA

O Modernismo Brasileiro, considerado por muitos teóricos como sendo o único movimento literário verdadeiramente ?nosso?, pela indenpedência de suas manifestações e caracterização própria, reúne um século de criações memoráveis. Estas merecem não somente o nosso louvor ou conhecimento teórico, mas nosso estudo e leitura detalhada, pois, tratam-se de documentos preciosos elaborados por mentes genias que lideraram e lideram a autonomia de pensamento e a aquisição cultural de toda uma geração.
Sem dúvida, a chamada era das comunicações contribuiu muito para a divulgação da produção cultural desta geração. Porém, talentos destacaram-se pela sua genialidade, e os pernambucanos, demonstrando espírito de luta historicamente seu, participaram da primeira fase do modernismo (1922 ?30) quase que no anonimato do cenário nacional, mas contribuiram para a afirmação dos valores estéticos do movimento e a renovação da linguagem.
Já na Segunda fase do modernismo brasileiro (1930-45), chamada também de fase construtiva, destacou-se destacou-se uma maior estabilização das conquistas da fase anterior. Houve também uma maior preocupação social, o que gerou separação na classificação deste período. Como o tema utilizado pelos escritores nordestinos era sempre regionalizado, denominou-se de ?Geração Regionalista de 30?. Ainda hoje discute-se se houve ali uma tentativa de exclusão deste grupo do cenário literário brasileiro.
Falaremos aqui de alguns nomes que se destacaram na literatura pernabucana, nas gerações de 45 e 65, englobadas ambas na terceira fase do modernismo brasileiro, também chamada de ?fase de reflexão', em cuja temática universalista retoma certos modelos estilísticos tradicionais, como a ponderação da linguagem e o culto à forma.
Desta fase, que se estende até os nossos dias, destacou-se como poeta maior João Cabral de Melo Neto, com o qual iniciaremos nossa breve excursão expositiva acerca de alguns (re)nomes da literatura pernambucana.
Assim, autodenominaram-se os poetas que se agruparam em torno da
revista ?Orfeu?, e foram editados na coleção ?Cancioneiro de Orfeu?, no Rio de Janeiro.
Esse grupo procurou restaurar a disciplina expressiva, o estudo da poética e a investigação verbal, daí a retomada de formas poéticas tradicionais, sobretudo do soneto. Apesar de terem retornado à métrica, não a consideraram obrigatória, tendo utilizado também o verso livre, agora mais ritmico e com certa preocupação artesanal.
Em contrapartida à euforia da primeira fase, esta destacou-se pela coerência de idéias e formas sem extremismos estéticos.

[...] Deixa que teu cabelo, solto ao vento, abrase fundamente as minhas mãos . Mas, não: a luz Escura inda te envolve, o vento encrespa as Águas dos dois rios e continua a ronda, o Som do fogo. Ó meu amor, por que te ligo à morte? O poema escrito quando Ariano Suassuna ainda cursava o segundo grau, demonstra o domínio técnico que o poeta já possuia ao produzir seus versos, domínio este adquirido provavelmente através da leitura dos grandes clássicos. [...]


[...] Nos primeiros poemas de Ariano, nota-se uma certa influência da poesia romântica inglesa, notadamente dos poetas Shelley e Keats. Outras influências que podem ser observadas são de Dante e Camões (Newton Junior, 1999). Noturno Têm para mim Chamados de outro mundo as Noites perigosas e queimadas quando a Lua aparece mais vermelha. São turvos sonhos, Mágoas proibidas, são Ouropéis antigos e fantasmas que, nesse Mundo vivo e mais ardente, consumam tudo o desejo Aqui. Será que mais alguém os vê e escuta? [...]


[...] TERCEIRA FASE DO MODERNISMO Geração de 45 Assim, autodenominaram-se os poetas que se agruparam em torno da revista e foram editados na coleção ?Cancioneiro de Orfeu?, no Rio de Janeiro. Esse grupo procurou restaurar a disciplina expressiva, o estudo da poética e a investigação verbal, daí a retomada de formas poéticas tradicionais, sobretudo do soneto. Apesar de terem retornado à métrica, não a consideraram obrigatória, tendo utilizado também o verso livre, agora mais ritmico e com certa preocupação artesanal. Em contrapartida à euforia da primeira fase, esta destacou-se pela coerência de idéias e formas sem extremismos estéticos. [...]

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