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psicopedagogia x ensino – aprendizagem

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
direito...
Faculdade
UNITRI

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
10 páginas
Nível
Para todos
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A área emocional
  2. Área cognitiva
  3. Área percepto-motora
  4. Motivação e crescimento cognitivo

O entendimento dos fatores etiológicos das dificuldades de aprendizagem, bem como a significação emocional do problema na família e na escola, levam a Psicopedagogia a determinar as prioridades de tratamento.
Considerando que freqüentemente uma criança portadora de um distúrbio de aprendizagem terá associada, como condição causal ou primária, ou condição secundária um distúrbio afetivo, o atendimento à área emocional é indicado e pode ocorrer prévia, simultânea ou posteriormente ao tratamento psicopedagógico.
Através de várias indicações terapêuticas, o Psicopedagogo deve devolver os resultados aos pais e à escola, planejando o atendimento. Este tratamento, propriamente dito, fica na dependência do posicionamento teórico que a equipe interdisciplinar tem no fenômeno da aprendizagem humana, seus distúrbios e as causas que o motivaram.
O conhecimento da etiologia é fundamental, não apenas para a determinação de prioridades de tratamento e escolha de metodologias específicas, mas, principalmente, para quando se trata de planejar soluções preventivas de caráter social mais amplo. È importante então, destacar: os aspectos evolutivos de áreas relacionadas à aprendizagem, bem como manifestações pedagógicas decorrentes de comprometimento nestas áreas; a gênese do processo de leitura e escrita, segundo Emília Ferreiro; um modelo para orientação do trabalho do Psicopedagogo, baseado em Piaget e especificado através de uma situação prática.

[...] Até chegar nesta etapa, parecer haver uma correspondência entre o nível da grafia propriamente dita. Entretanto, a progressão do desenho gráfico depende muito, além de habilidades específicas, do conhecimento a respeito desta evolução por parte dos professores e da metodologia empregada. Neste aspecto, são prejudiciais para as crianças, a apresentação de desenhos prontos mimeografados, as criticas ao seu desempenho mesmo, a obrigatoriedade de desenhos para ilustração de conteúdos pedagógicos. Estas atitudes inibem o processo e não conduzem ao prazer que a atividade proporciona. [...]


[...] Na ?garatuja com que representa o terceiro momento, observa-se a evolução de um simples movimento sinestésico para o imaginativo. A criança dá nome a seus rabiscos, embora ainda não haja qualquer semelhança com o real. Dos quatro aos sete anos, fase da pré-escola e início do processo forma da alfabetização, a criança passa pela fase pré-esquemática. Tenta representar o mundo que a rodeia através de formas que gravitam, no espaço. Nesta fase aparecem os primeiros traçados de letras, maiúsculas, de imprensa, muitas vezes invertidas e sem ordem. [...]


[...] A criança só pode aprender (utilizando aprendizagem num sentido amplo), aquilo que suas estruturas cognitivas do momento o permitem. Exemplificando: A criança do período sensório-motor, pode aprender aquilo que esteja ao alcance de sua ação, pois a ação é o instrumento principal de sua aprendizagem. As limitações freqüentes a sua ação podem ser um fator inibidor do desenvolvimento cognitivo. Já a criança do período pré-operatório, terá a função simbólica como instrumento de aprendizagem, através da linguagem, jogo, imitação, dramatização, etc. [...]

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