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A influência da família no desenvolvimento do sujeito

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
Unip

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
21 páginas
Nível
Para todos
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INTRODUÇÃO
Pode- se dizer que se, de acordo com a tradição, identidade tem o significado de uma unidade de semelhanças se encostarem- se à continuação, outras feitios do conceito têm sido desenvolvidas na Psicologia Social e outras disciplinas das ciências humanas e sociais. Sendo que, vale distinguir algumas alternativas pelas quais o conceito ganha um sentido dialético, como por exemplo, em Ciampa, em que identidade é ?contraditória, múltipla e mutável?, mas ao mesmo tempo é uma, diferenciando- se como um vir-a-ser sempre inacabado. Neste aspecto, diferença e igualdade aparecem como a base deste conceito, abrangidas pelo movimento do igualar-se e do diferenciar- se, dependendo dos vários grupos que, ao longo da vida, vamos fazendo parte e, assim, cada sujeito contém ?uma infinitude de humanidade.?
Sendo assim, no construtivismo de Piaget , o processo de constituição do conhecimento confunde- se com o próprio processo de constituição e de desenvolvimento do sujeito, na sua relação com o mundo, que é físico e ao mesmo tempo simbólico. Sendo que, esse sujeito se determina como tal a partir do momento em que se compõe junto com o objeto do conhecimento, que não é somente, nem essencialmente, físico. Deste modo, falar em construção do conhecimento constitui falar ao mesmo tempo em construção do sujeito que conhece e do objeto a ser conhecido. Ambos ?aparecem como resultado de um processo permanente de construção?
Oliveira , por sua vez, aduz:
O corpo é, portanto, conhecimento e medida do indivíduo,mas é também, espaço de construção do Sujeito pela relação com o Outro. Assim, os conteúdos que remetem ao espaço e ao tempo serão, sempre, um diálogo entre a experiência cultural (portanto coletiva) e a experiência singular, individual, do aluno objeto de trabalho. Nosso grande desafio e cuidado é favorecer nossos educandos a nominarem suas experiências no mundo, permitindo a ampliação de sua percepção mediante a produção discursiva, cujo sentido não seja restrito __ fazendo supor que teríamos, apenas, um tempo único ou um espaço homogêneo e único

[...] Habermas não nega que a formação da identidade do eu tenha relação com o desenvolvimento de processos biopsíquicos. Afirma, contudo, que ela não é uma organização resultante de processos naturais de amadurecimento, mas está densamente ligada a condicionamentos culturais e sociais. Enfatiza- se que o reconhecimento no domínio das relações interpessoais se concretiza pelo amor, segurança e atendimento às obrigações do outro. Sendo que, Erikson[46] aloca o afeto que se manifesta atravessadamente do contato da criança com a mãe como a condição constitucional para o desenvolvimento de um sentimento de segurança e confiança básica que patrocinará a construção de uma identidade do eu. [...]


[...] A individualidade para-si: contribuição a uma teoria histórico- social da formação do indivíduo. Campinas: Autores Associados ERIKSON, Erik H. Infância e sociedade. Rio de Janeiro: Zahar ERIKSON, E. H. Identidade, juventude e crise. Rio de Janeiro: Zahar EYSENCK, H. J. & Eysenck, M. W. (1987). Personalidad y diferencias individuales. Madrid: Ediciones Pirámides. GIDDENS, Anthony. (1990). As conseqüências da modernidade. São Paulo: UNESP. GLIDEWELL, J. C. (1977). On the analysis of learning in a social context. Em J. C. Glidewell (Org.) The social context of learning and development (pp. [...]


[...] O desenvolvimento do psiquismo. Lisboa: Livros Horizonte, 1978a. Schmitt, B. (2000). Marketing Experimental. São Paulo: Nobel. BOSI, E. Memória e sociedade: lembranças de velhos. São Paulo, T. A. Queiroz (Biblioteca de Letras e Ciências Humanas. Estudos Brasileiros, v.1) Tamayo, A. (1997). Os valores do brasileiro: uma década de pesquisa. Cadernos de Psicologia 115-134. Rockeach, M. (1973). The nature of human values. New York: The free Press. Tamayo, A. (1997). Os valores do brasileiro: uma década de pesquisa. Cadernos de Psicologia Sbp -134. [...]

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