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O paciente na UTI - aspectos psicológicos

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
UNIFENAS

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
63 páginas
Nível
Para todos
Consultado
5 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
  2. Revisão literária
    1. História da Unidade de Terapia Intensiva e seus Objetivos
    2. Processo existenciais
    3. A Morte
    4. Qualidade de vida e morte na UTI
    5. O profissional de saúde na UTI
  3. Conclusão
  4. Referências bibliográficas

Esta monografia tem como objetivo analisar o aspecto psicológico do paciente hospitalizado em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), bem como a importância do Psicólogo na assistência a este paciente.
A psicologia hospitalar é o campo de atuação que mais se desenvolve na psicologia. Entre as inúmeras possibilidades de desenvolvimento profissional, é nela que certamente se encontram as maiores perspectivas. Escrito com base em capítulos publicados em outras obras do autor, este livro trata das tendências atuais da psicologia hospitalar e seus significativos avanços em conjunto com outras áreas da saúde. O objetivo deste trabalho, entre outros, é ampliar e enriquecer os debates em torno dessa fascinante área.
O trauma somado pelo conjunto doença e ambiente hospitalar pode ser amenizado através de tratamento psicológico. É crescente o número de hospitais que tomam consciência da importância de se manter profissionais da área de psicologia para o atendimento de seus pacientes, principalmente, nas situações que envolvem diagnósticos de doenças como o câncer, a AIDS, a internação em Unidade de Terapia Intensiva e casos de amputação de membros.
Já é prática estabelecida a atuação do profissional na clínica privada, atendendo a uma clientela de classe social mais favorecida, assim como sua inserção nos ambulatórios e hospitais de saúde mental, mesmo que muitas vezes subordinada aos paradigmas da psiquiatria. Aliás, é para esse tipo de atuação, principalmente, que se volta a formação do psicólogo. A graduação em psicologia enfatiza o modelo psicodinâmico e suas aplicações clínicas na área da saúde mental, deixando de lado as temáticas relacionadas à saúde pública e às questões macrossociais. Os hospitais gerais constituem um novo campo de trabalho, não só em função da proposta de atenção integral à saúde, como também em função da crise enfrentada pela clínica privada.
A abertura do psicólogo nestas instituições faz com que o profissional se volte para este campo, muitas vezes sem muito preparo sobre a especificidade desse trabalho. A formação em psicologia não inclui o debate sobre a saúde em seus aspectos políticos, sociais e econômicos. O sujeito psicológico é tomado à margem desses processos, sem uma discussão mais abrangente sobre a saúde, que permita uma apreensão do processo de adoecimento como parte de um contexto mais amplo, complexo e multideterminado, fundamental para o embasamento da prática do psicólogo no hospital geral.
Teme-se que, por esses fatores, muitas vezes o profissional se insere numa equipe de saúde, marcada pela hierarquia do saber médico, tentando transpor para sua prática o modelo clínico aprendido na graduação, sem a compreensão da complexidade do campo da saúde no Brasil. Acredita-se que existe a necessidade de novas técnicas e para a emergência de um novo campo de saber. O atendimento individual, clínico, priorizado na graduação, é substituído pelas ações integradas com a equipe. O psicólogo, ao integrar a equipe de saúde, deve favorecer o funcionamento interdisciplinar, facilitando, quando necessário, a comunicação entre seus membros. Seu trabalho com o paciente é bastante específico, atuando de forma situacional, no sentido não só da resolução de conflitos, mas também da promoção de saúde.
Para o desenvolvimento desta pesquisa, optou-se pela pesquisa bibliográfica.
A pesquisa bibliográfica procura explicar um problema a partir de referências teóricas publicadas, buscando conhecer e analisar as contribuições culturais ou científicas do passado existentes sobre um determinado assunto, tema ou problema.
O presente estudo foi dividido em 5 etapas, a saber: (a) levantamento do referencial teórico; (b) seleção do referencial teórico apropriado a presente investigação; (c) leitura crítico-analítica do referencial selecionado; (d) organização dos dados levantados e (e) elaboração do relatório final.

[...] É necessário primeiro observar a própria vida, as relações e interações estabelecidas, considerando os limites pessoais, as necessidades físicas e psicológicas, o sentimento de produtividade e crescimento individual, pois a saúde deve visar tanto o paciente como aquele que presta o serviço de saúde O profissional de saúde na UTI O médico Wallace-Barnhill (apud SHOEMAKER, 1992) faz observações sobre a situação do médico intesivista considerando aspectos emocionais, profissionais e históricos envolvidos, principalmente no que tange a morte e a forma como ela passa a ser encarada depois do surgimento das UTIs. [...]


[...] O paciente, depois de um período na UTI pode apresentar um quadro de Síndrome de Abstinência, como no caso relativo ao álcool está o Delirium Tremens, com sintomas bastante característicos. Frente a descoberta da substância utilizada se fará o tratamento médico por parte do psicólogo, é possível uma sensibilização do paciente para a busca de um tratamento especifico (SEBASTIANI, 1995). Quanto a psicose organocerebral, esta é [ . ] desencadeada a partir do processo gradativo de deterioração ou comprometimento funcional do sistema nervoso central. [...]


[...] Tal autora menciona que este tipo de estresse também se aplica à família e à equipe, o que será visto posteriormente O paciente na UTI aspectos psicológicos A UTI configura-se, por suas características intrínsecas, num ambiente que requer grandes ajustamentos mentais e emocionais do paciente. Trata-se de um ambiente desconhecido e ameaçador, além de coincidir com a doença e seu provável desconforto físico, e o medo da possibilidade de morte que cerca as pessoas quando da necessidade de uma internação em UTI fator real como possibilidade, e fantasmático devido ao próprio estigma de que UTI significaria morte iminente. [...]

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