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O cotidiano escolar

Informações sobre o autor

autônoma
Nível
Especializado
Estudo seguido
Letras

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo de caso
Número de páginas
22 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Conceituações
    1. As mudanças na família
    2. A escola
  2. A participação comunitária na escola pública no contexto das reformas educacionais
  3. A relação família x escola
    1. O papel da família na vida da criança
    2. O papel da escola na vida da criança

Criar os filhos educá-los, prepará-los para agir com responsabilidade e segurança no conturbado mundo em que hoje vivemos é uma tarefa tão exigente e desafiadora quanto prazerosa e gratificante.
Considerando que o ser humano aprende o tempo todo, nas mais diversas instâncias que a vida lhe apresenta, o papel da família é fundamental, pois é ela que decide, desde cedo, o quê seus filhos precisam aprender, quais as instituições que devem freqüentar o que é necessário saberem para tomarem as decisões que os beneficiem no futuro.
Escolher a escola adequada às expectativas da família e que, ao mesmo tempo, seja do agrado da criança, é um empreendimento cujo sucesso depende, em grande parte, da perspicácia e habilidade dos pais ao avaliar diferentes propostas. Estar atento ao projeto educativo e ao perfil disciplinar da instituição auxilia a optar por aquela cujos valores e fundamentos mais se assemelhem aos da família em termos de exigências, posturas, visão de mundo. Conhecer as dependências e possibilidades da escola, seus diferenciais, bem como os profissionais que estarão encarregados da educação das crianças, também é recomendado.
Tanto quanto a convivência e o relacionamento familiar são fatores fundamentais para o desenvolvimento individual, a inserção da criança no universo coletivo, a mediação entre ela e o mundo, entre ela e o conhecimento, sua adaptação ao ambiente escolar, o relacionamento com os professores e funcionários da Escola, a convivência com os colegas, são fatores decisivos para o seu desenvolvimento social.

[...] No entanto, a falta de transparência do governo não escapa à clareza do pacote de reforma educativa proposta pelo Banco Mundial que, de acordo com GENTILLI (2000), é capaz de influenciar o desenho das reformas educacionais por meio de informações sistematizadas sobre os fatores determinantes do desempenho escolar e experiências na área da gestão escolar. BARRETO (1998, p. 26) entende que a força destas propostas e sua capacidade de mobilização residem no fato de absorverem demandas progressistas. Pela análise dos teóricos citados é identificada uma nova acepção do conceito de participação social, que tem a sociedade civil como aliada e parceira do Estado na gestão da escola pública. [...]


[...] Segundo PEREIRA (1995), embora a cada momento histórico corresponda um modelo de família preponderante, ele não é único, ou seja, concomitante aos modelos dominantes de cada época, existiam outros, com menor expressão social, como é o caso das famílias africanas escravizadas. Além disso, o surgimento de uma tendência não eliminava imediatamente a outra, prova disto é que neste início de século podemos identificar a presença do homem patriarca, ma mulher "rainha do lar" e da mulher trabalhadora. Assim, não podemos falar de família, mas de famílias, para que possamos tentar contemplar a diversidade de relações que convivem em nossa sociedade A Escola Dizer que a escola está atravessando sérias dificuldades não é pessimismo e sim, realidade. [...]


[...] Na década de 20, apesar das mudanças como o surgimento das cidades e a abertura de muitas escolas no meio urbano, as famílias (pais) exerciam uma influência forte e dominante. As imposições eram consideradas normais para a opção profissional, afetiva, familiar, financeira, etc. Os filhos aceitavam e cumpriam as dadas. De maneira geral, era nesse contexto que se vivia. A partir dos anos 60, diferentemente, a ?rebeldia? passou a caracterizar a sociedade e os filhos passaram a negar os princípios vigentes e norteadores da conduta especialmente se fossem oriundos da família. [...]

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