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A mulher no esporte e na educação física

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
Fumesc

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
16 páginas
Nível
Para todos
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Introdução
    1. A mulher na sociedade
    2. O Esporte Moderno
    3. A mulher no esporte e na Educação Física
  2. Conclusão
  3. referências

Apesar da mudança de relacionamento entre os sexos, causada por mudanças na estrutura da sociedade e mesmo com as conquistas no campo dos direitos das mulheres, elas são, em muitos aspectos, inclusive no esporte consideradas o segundo sexo.
Em nossa cultura, o conceito do corpo feminino ainda se parece com o do patriarcado ;isto é a força associada aos homens e fragilidade e sensibilidade, às mulheres. Os homens tem o corpo mais livre e sua sensibilidade retraída, pois, quando exposta, ameaça sua virilidade. Já as mulheres não "podem" expor seus corpos; ao contrário, terão sua imagem associada ao impuro, ao imoral. Sua agressividade é reprimida, porque a mulher é considerada passiva e portanto submissa.
Com isso, a mulher permite que a sociedade lhe imponha uma série de valores, como por exemplo a imagem de mulher vinculada ao lar, ao trabalho doméstico e aos filhos. E quando trabalha fora enfrenta uma dupla jornada de trabalho, além da má remuneração por ser considerada inferior. Já o homem desde cedo é incentivado a sair de casa, buscar um trabalho, para mais tarde, ser o responsável pelo capital da família. Para ele a casa é apenas um lugar de descanso.
Estas diferenças estão acentuadas até mesmo nas aulas de educação Física, onde meninos e meninas são separados por turmas, por força e por habilidade, limitando o desenvolvimento motor dos mesmos.
Assim, este estudo está voltado a uma análise da mulher, na sociedade e no esporte e as consequência que a resistência e à discriminação tiveram na construção da figura feminina na sociedade.

[...] A mulher começa a descobrir o espaço da rua e das praças, e é no âmbito dos passatempos desportivos que ela vai fincar suas raízes para além dos parapeitos das janelas. São nesses espaços que as damas vão-se expor-se de forma mais completa. Antes, todo tempo circunscrita ao espaço de casa, sempre se retirando quando da chegada de um estranho ou visita, só vivendo entre a criadagem e o gato, ou o papagaio de estimação (LUCENA , sd A rua indica o mundo, seus imprevistos, acidentes e paixões, ao passo que a casa representa um universo controlado onde as coisas estão nos seus devidos lugares. [...]


[...] Fui evoluindo, participei do Campeonato interestadual São Paulo e Rio de Janeiro ganhando a prova e garantindo minha escalação na equipe que foi aos Jogos Olímpicos em Los Angeles, onde fui a única e primeira mulher sulamericana a participar ( . ) " (CASTELLANI, 1988). A prática esportiva brasileira estava ainda muito restrita e quanto a prática de atividades físicas pelas mulheres, defendia-se atividades harmoniosas, os esportes "menos violentos e compatíveis com a delicadeza do organismo das mães" (AZEVEDO citado por CASTELLANI, 1988). [...]


[...] Vários autores constatam que desde as primeiras sociedades hominíades a atuação do homem era no trabalho e da mulher em casa e esse modelo ainda persiste em muitos locais na sociedade atual. Na Pré-história cabia à mulher cuidar dos filhos e do homem caçar; na Antiguidade era o ser procriador, na Idade Média, mãe, mas ao mesmo tempo objeto de pecado e luxúria. Com a chegada da Idade Moderna muitas coisas mudaram mas a posição social da mulher praticamente não mudara . [...]

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