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A contribuição do ensino das Artes na formação do cidadão no contexto da cultura contemporânea

Informações sobre o autor

Professora de Especialização
Nível
Especializado
Estudo seguido
graduação...

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
24 páginas
Nível
Especializado
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Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A contribuição do ensino das Artes na formação do cidadão no contexto da cultura contemporânea

?Podemos dizer que a educação para a cidadania passa a ajudar o aluno
a não ter medo do poder do Estado, a aprender a exigir dele as condições de trocas livres de propriedade e, finalmente, a não ambicionar o poder como forma de subordinar seus semelhantes. Esta pode ser a cidadania crítica que almejamos. Aquele que esqueceu suas utopias, sufocou suas paixões e perdeu a capacidade de se indignar diante de toda e qualquer injustiça social não é um cidadão, mas também não é um marginal. É apenas um NADA que a tudo nadifica.?
Sempre houve na história do pensamento social, reflexões e questionamentos sobre as ações humanas e suas consequências. Desde a Antiguidade Clássica, as civilizações buscam o conhecimento, educam, filosofam e desenvolvem uma infinidade de questões e problematizações sobre si e o mundo.
Passando pela Idade Média e Renascimento, é a partir do século XVIII que se inicia um longo processo de formação do ideal liberal, culminando na idéia principal do Iluminismo: o CIDADÃO.
Instalado o progresso, perduram problemas gerados por contrastes extremos. Vivemos uma acentuada crise em diversos aspectos do viver humano como, por exemplo, as desigualdades sociais, a degradação ambiental, o abuso de poder, a violência entre outros. Não podemos ficar indiferentes a este cenário e, para tanto, não basta conhecer os direitos fundamentais garantidos pelo Estado ? liberdade, igualdade, segurança, propriedade ? é preciso abraçar as causas humanas como cidadão ativo e co-participante de um corpo social complexo.
Chegamos ao cerne da questão: Qual o sentido deste progresso? Como sensibilizar o homem contemporâneo, individualista e consumista? Como conscientizar os indivíduos a uma atitude crítica, participativa e responsável frente à vida? E, principalmente, como atingir a sociedade a qual aspiramos, que pressupõe o homem encontrar sua dignidade pessoal?
Assim como o termo crise, educação também é uma palavra de diversas definições e frequentemente está associada à instituições de ensino e aprendizagem, tendo seu valor reduzido.
Segundo Brameld (1965), para se entender o verdadeiro significado da educação é preciso percebê-la como um fenômeno universal de transmissão de cultura que se dá de geração para geração.
?E assim aprendemos a nossa cultura desde a infância, mediante um processo de aquisição que é universal para o homem. À medida que amadurecemos, vamo-nos tornando capazes de dar surgimento às práticas, hábitos, tradições, costumes e habilidades que a nossa cultura aperfeiçoou gradativamente através de longos períodos da história.?
A crise do nosso tempo é um reflexo das necessidades de compreensão e mudança da realidade em que vivemos. Ela representa a vontade de lutar pelos direitos humanos; lutar por uma educação, por uma saúde, por uma economia e por uma política que melhorem a permanência dos indivíduos no planeta Terra.
A superação deste momento e a conseqüente retomada do equilíbrio exige da sociedade, frente aos vários desafios encontrados, uma postura de lucidez e responsabilidade, isto é, uma atitude cidadã.
Portanto, entendendo-se a cidadania como um fim, talvez o primordial da educação, podemos concluir que os projetos educativos não podem se ocultar desta realidade, porém, devem também buscar novos modelos, novos caminhos para sua articulação.
Educar para a cidadania demanda uma série de medidas como educar para a reflexão, desenvolver no indivíduo o juízo crítico que repousa na faculdade de julgar e o juízo político que se mostra na capacidade de discussão; desenvolver, também, o posicionamento participativo da vida em sociedade, baseado na ética da responsabilidade. Pois, cidadão é aquele que atua de forma consciente no meio em que vive, compreendendo todas as relações de funcionamento entre Estado, comunidade e indivíduo.

[...] Pressupõe um mínimo de cultura, educação e discernimento por parte dos elementos dessa sociedade, bem como, a recuperação do sentido do agir humano e o resgate da moralidade que se mostra no repúdio às injustiças e na negação ao parasitismo Educação Burguesa e Cidadania Para abordar a relação educação/cidadania sob o ponto de vista da teoria educacional, acompanhando o pensamento de Ester Buffa em Educação e Cidadania, é necessário um resgate histórico para a compreensão de alguns fenômenos que influenciaram o mundo ocidental e fizeram surgir as transformações pedagógicas na história da educação. [...]


[...] É justamente no processo de crescimento da capacidade criativa de visualizar o mundo e se expressar nele que o ensino das artes se faz presente como meio para produzir e comunicar idéias, bem como, interpretá-las; contribuindo para a compreensão da realidade. Partindo destas reflexões (contemporaneidade, cidadania e arte-educação) esta pesquisa se desenvolve, propondo demonstrar que o ensino das diversas formas de expressão artística é capaz de contribuir na formação da consciência da cidadania crítica. Cap. I CONTEMPORANEIDADE 1. A Crise Contemporânea Retratar este limiar de milênio é vislumbrar um mundo repleto de problemas e desafios que surpreendem e assombram a imaginação dos homens. [...]


[...] Não é possível uma educação intelectual, formal ou informal, de elite ou popular, sem arte, porque é impossível o desenvolvimento integral da inteligência sem o desenvolvimento do pensamento divergente, do pensamento visual e do conhecimento presentacional que caracterizam a arte.? (BARBOSA, a imagem no ensino da arte, p. A arte é um caminho de conhecimento. A arte é uma manifestação de um sujeito com sua sujeitidade, suas âncoras antropológicas, culturais, sociais. A arte é um fazer, um conhecer, um exprimir. [...]

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