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O fracasso escolar na lecto escrita

Informações sobre o autor

 
Nível
Para todos
Estudo seguido
outros
Faculdade
UNIFENAS

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
estudo
Número de páginas
28 páginas
Nível
Para todos
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Compreendendo o processo de aprendizagem
    1. As dificuldades de aprendizagem
  2. A aprendizagem da leitura e da escrita
    1. A aquisição da leitura e da escrita
    2. A criança frente à escrita
    3. A preocupação com as metodologias de ensino
    4. O ensino no ritmo das crianças
    5. Ler e aprender a ler
  3. Motivação da aprendizagem da leitura e da escrita
    1. Leitor, recusa e desejo
    2. O papel do professor
    3. A metodologia adequada
  4. A importância da psicopedagogia para a otimização da aprendizagem da leitura e da escrita
  5. Conclusão
  6. Referências bibliográficas

"Um novo tempo na escola", sugere o Governo Federal, gestor da educação brasileira. Esta teria de adaptar-se às mudanças econômicas e sociais
pelas quais passava o país. Assim o Ministério da Educação formulou em 1997 os Parâmetros Curriculares Nacionais, no qual propõe "orientações gerais sobre o básico a ser ensinado e aprendido em cada etapa" pela criança, ou seja, os PCN's se prestam a orientar o planejamento escolar, as ações de reorganização do currículo e as reuniões com os pais.
Ensinar a crianças a ler, a escrever e a se expressar de maneira competente na língua portuguesa é um dos grandes desafios dos professores
das quatro séries do ensino fundamental.
Ainda de acordo com os parâmetros, os alunos devem concluir a 4ª série do ensino fundamental dominando a linguagem de maneira eficaz. Em outras palavras, devem ser capazes de produzir e interpretar textos, tanto para atender suas necessidades do dia-a-dia ? escrever um recado, ler as instruções de uso de um eletrodoméstico ? como também para viabilizar o acesso aos bens culturais e à participação plena no mundo letrado, entender o que é dito num telejornal e ler um livro de poesias.
Espera-se, então, que ao terminar o ensino fundamental a criança seja
capaz de ler e escrever. Contudo, observa-se na prática escolar um significativo número de crianças, que chegam à 4ª série sem saber ler e escrevendo apenas o próprio nome.
Nesse sentido, questiona-se: o que ocorre no percurso escolar destas crianças, comprometendo tanto sua aprendizagem?
No entanto, diante da complexidade da questão do fracasso escolar (fracasso que engloba aluno e escola), este estudo não pretende refletir sobre os inúmeros fatores que se colocam; muito menos questionar ou criticar, com base nos PCN's, a prática escolar. Pretende-se, por outro lado, compreender como a criança aprende a escrever, como se dá essa aquisição, para posteriormente compreender a não aquisição da escrita. É preciso pensar primeiro como o sujeito aprende, para só depois pensar porque não aprende.
Mas por que privilegiar a escrita? É sabido que ler e escrever são atividades que se complementam. Esta complementaridade e a complexidade de ambos são justificativas suficientes para a escolha por um dos processos, sem, contudo pretender encontrar resposta definitiva sobre o assunto e sim buscar novas opções de trabalho que possam levar a criança à aquisição do conhecimento "básico": ler e escrever.
Alfabetizar se coloca como um desafio; desafio posto a todos nós: professores, supervisores, diretores, psicólogos e psicopedagogos. É preciso então, enquanto psicopedagoga, adquirir o conhecimento necessário, como forma de instrumentalizar a prática profissional dentro do contexto educacional.
Nesse sentido, esta monografia tem por objetivo compreender o processo de aquisição da escrita, visando ampliar a prática profissional.
Acredita-se que a dificuldade da escola em iniciar a criança no mundo das letras está na raiz da evasão e da repetência.

[...] Assim, o professor pode variar os materiais e atividades de leitura, criando a cada dia situações novas, atraentes, afirmando o uso social da escrita, evitando o tradicional e não-significativo uso escolar da escrita - os textos decifratórios, as cópias e ditados sem objetivo ou sentido para as crianças. Há crianças que têm dificuldades na aprendizagem da leitura. Contudo, de acordo com Souza (1998, p.185) ?nada nos permite afirmar que a criança que possui uma boa visão, compreende e utiliza adequadamente a língua oral, seja física ou congenitamente incapaz de aprender a ler?. [...]


[...] Por isso, é importante que o psicopedagogo escolar participe de reunião de pais, a fim de que possa esclarecer o que se está acontecendo com a criança na escola, auxiliando os pais na identificação das reais necessidades de seus filhos e ensinando-os a estimular seus filhos em tarefas escolares realizadas em casa. Quando necessário o psicopedagogo encontrar-se separadamente com alguns pais, para melhor orientá-los ou conhecer melhor o ambiente familiar da criança que está apresentando problemas na escola. De acordo com Oliveira e Bossa (1997, p.178): Integra o trabalho psicopedagógico educacional a participação na avaliação dos processos didáticos metodológicos, onde poderá oferecer conhecimentos sobre métodos a ser aplicados para determinada classe ou para ajudar o professor na implantação de uma nova sistemática de ensino, oferecendo desta forma um suporte instrumental aos professores. [...]


[...] Contudo, observa-se na prática escolar um significativo número de crianças, que chegam à 4ª série sem saber ler e escrevendo apenas o próprio nome. Nesse sentido, questiona-se: o que ocorre no percurso escolar destas crianças, comprometendo tanto sua aprendizagem? No entanto, diante da complexidade da questão do fracasso escolar (fracasso que engloba aluno e escola), este estudo não pretende refletir sobre os inúmeros fatores que se colocam; muito menos questionar ou criticar, com base nos PCN's, a prática escolar. Pretende-se, por outro lado, compreender como a criança aprende a escrever, como se dá essa aquisição, para posteriormente compreender a não aquisição da escrita. [...]

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