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Deficiente auditivo

Informações sobre o autor

Consultoria - Consultoria - Gerência de Recursos Humanos
Nível
Especializado
Estudo seguido
Mestrado...

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
15 páginas
Nível
Especializado
Consultado
1 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. A educação da criança surda na escola integradora
  2. Política nacional de educação especial
    1. A Integração dos Portadores de Deficiência sob a Ótica de alguns autores
    2. O projeto de educação do centro educacional
    3. A adaptação do currículo às necessidades educacionais do aluno surdo
    4. Os objetivos educacionais gerais. O projeto de educação do centro de integração
  3. Comunicação, linguagem e pensamento das crianças surdas
    1. Grau de perda auditiva
    2. Idade de início da surdez
    3. A etiologia da surdez
    4. Os fatores comunicativos e educacionais

Apesar do amparo legal que tem a educação em todos os níveis educacionais, sabe-se que a sua efetivação prática ainda não acontece. Há pessoas portadoras de necessidades educativas especiais em todos os níveis. No entanto, a partir da 5º série do 1º grau, o acesso a educação da pessoa portadora de necessidades educativas especiais torna-se mais difícil pela falta de oferta.
Sob o enfoque sistêmico, a educação especial integra o sistema educacional vigente, identificando-se com sua finalidade, que é a de formar cidadãos conscientes e participativos. Sendo assim, é necessário o oferecimento desta modalidade sistêmica à todas pessoas que necessitam.
Mas a Constituição garante a todos o direito de estudar e participar em classes ?normais?, principalmente no que se refere a escola pública, e existe uma corrente de pesquisadores que acreditam que aos portadores de deficiencias a segregação em escolas especiais não está contribuindo para que o mesmo se torne participante da sociedade, desenvolva suas aptidões de forma adequada e possa se adaptar no mercado de trabalho. Assim, dentro da nova proposta do governo a inserção do portador de deficiência auditiva em uma classe normal já é uma constatação, as escolas devem se adaptar bem como os seus professores devem estar aptos a assumir uma sala de aula cujos alunos sejam diferentes agora não só em nível de cultura e conhecimento, mas também em condições e rítmo de aprendizagem. Como será esta inserção? Será que os professores terão condições de desenvolver uma programação igualitária para todos? Será que a escola pública está preparada para assumir seu papel diante dos familiares e destes alunos portadores de deficiências ? Existe adequação nas salas de aulas para atender as necessidades destes alunos portadores de deficiência auditiva?

[...] Ao mesmo tempo é preciso ensinar o deficiente a conviver com sua deficiência. Ensiná-lo a levar uma vida tão normal quanto possível, beneficiando das ofertas de serviços e das oportunidades existentes na sociedade em que vive?.(Mikkelsen apud Pereira, 1980,p.5) A normalização deve ser entendida como objetivo, a integração como processo e a individualização como meio para atingí-las - Princípio da Integração- integração justifica-se como princípio na medida em que se refere aos seguintes valores democráticos: Igualdade - viver em sociedade tendo iguais direitos, deveres e privilégios como todos os indivíduos. [...]


[...] A tendência geral de todos eles indica que suas aprendizagens progridem com maior lentidão em relação aos alunos ouvintes, ampliando-se as diferenças quando as idades comparadas são superiores. A resposta a estas interrogações deve ser obtida a partir de uma reflexão prévia sobre qual é a função que a escola deve cumprir, que valores assume e que meios utiliza para alcançar estes objetivos. No fundo, se fossem utilizados somente os estudos sobre rendimento escolar para decidir sobre a integração, estar-se-ia partindo da aceitação de que o progresso nas áreas acadêmicas é o objetivo principal da educação escolar. [...]


[...] A escala em que se expressam estas diferenças é logarítmica, por isso, os diferentes intervalos não são homogêneos. Isto quer dizer que, entre 30dB e 40dB, há, por exemplo, uma diferença menor que a que pode existir entre 80 e 90dB. A freqüência, refere-se à velocidade de vibração de ondas sonoras, de graves e agudas, e é medida em Hertz (Hz). As freqüências mais importantes para a compreensão da fala situam-se nas faixas médias em e 2000 Hz. O grau de intensidade da perda auditiva é, possivelmente, a dimensão que tem maior influência no desenvolvimento das crianças surdas, não somente nas habilidades lingüísticas, mas também nas cognitivas, sociais e educacionais Idade de início da surdez Não há dúvida de alguma que o momento da perda auditiva tem uma clara repercussão sobre o desenvolvimento infantil. [...]

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