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Educação especial

Informações sobre o autor

Consultoria - Consultoria - Gerência de Recursos Humanos
Nível
Especializado
Estudo seguido
Mestrado...

Informações do trabalho

Data de Publicação
Idioma
português
Formato
Word
Tipo
monografia
Número de páginas
24 páginas
Nível
Especializado
Consultado
2 vez(es)
Validado por
Comitê Facilitaja
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  1. Descobrindo o verdadeiro significado da educação especial
  2. Como é realizada a classificação dos alunos para efeito de atendimento educacional especial?
    1. Tipos de deficiências que podem apresentar para a classificação
    2. Fatores que dificultam o aprendizado do aluno
    3. Principais causas da evasão escolar
    4. Analisando teoricamente as salas de recursos e especiais
  3. Inclusão social
    1. A inclusão começa na família
    2. Inclusão: uma questão em debate
    3. A importância do método

Sabe-se que a educação especial é trabalhada há anos, porém não tem sido para todos, considerando que no Brasil a educação básica ainda não foi universalizada. Historicamente o que se pode constatar pelos escritos de vários autores é que o processo educacional para os portadores de necessidade especial é uma conquista muito recente.

Há, ainda discriminação, esta, trazida de culturas estrangeiras por pessoas que procuravam encobrir a própria deficiência por vários motivos. Há porém, outros tipos de separação social,cujas causas encontram-se ligadas à grupos possuidores de diferenças culturais,como é o caso dos índios e dos negros mais especificamente,cuja discriminação foi posta pela imposição do poder e retirada de direitos e privilégios .

No Brasil alguns consideram o preconceito como sendo suave e benévolo, mas ele existe e em escala significativa. Entretanto mudanças vêm acontecendo no país; o Estado do Paraná, por exemplo, tem se dedicado para que a inclusão social tenha início já nos primeiros anos da educação básica.

Nesse sentido, o que motivou e determinou o presente estudo foi a necessidade de uma análise da questão levantada pelo Colégio Estadual Talita Bresolin ? Ensinos Fundamental de 5ª a 8ª Séries e Médio do Município de Califórnia ? PR; que, por determinação da Secretaria Estadual de Educação, deverá ter implantado para o presente ano, salas de recursos ou especiais.

De acordo com o representante da equipe pedagógica local, a demanda é grande, porém terão direito à somente uma dessas salas. O fato é que, a necessidade evidenciada pela equipe, se dá pelo fato de ser alto o índice de ?Evasão Escolar? durante os últimos anos e, se acredita ,que esta esteja relacionada por algum tipo de deficiência que o alunado apresenta no seu aprendizado. Além disso, a equipe do colégio considera não haver possibilidades, alguma, de ?incluir? deficientes auditivos, físicos, visuais, etc, naquelas salas, pois a estrutura física e profissional não atende às necessidades exigidas por esse programa governamental.

Tal novidade levou muitos profissionais da educação daquele colégio a questionar sobre as salas especiais. Alguns desconheciam, outros diziam já estar trabalhando há décadas no sentido da educação inclusiva. No entanto, ninguém conseguiu explicar de forma sucinta, a quem se destina as salas de recursos ou especiais e muito menos a quem deveria atender, nestas salas.

Isto, portanto, nos levou ao tema do presente trabalho: analisar a quem se destinada tais salas sob o conceito daquela equipe pedagógica. Apesar da demora, o nosso país juntamente com os demais vem procurando cumprir com a Declaração Universal dos Direitos de Todos e Educação Para Todos, mas para que isso possa se efetivar é necessário romper com o preconceito que leva à discriminação. Em primeira hipótese há naquele colégio discriminação, ou seja; ?tratamento desigual a indivíduos com iguais méritos, baseada no grupo classe ou categoria a que pertençam (negros, mulheres, homossexuais, portadores de deficiência, evangélicos, pobres etc.)?.

[...] Dentro da educação especial a evasão escolar foi pesquisada Como não foram encontrados trabalhos publicados no Brasil que versavam sobre a evasão escolar na Educação Especial, ficou-se restrito a literatura que fala sobre a evasão escolar na Escola regular. Segundo esta literatura os motivos que levam o aluno do ensino regular à evasão escolar são muitos: as dificuldades de acesso ás escolas das zonas rurais; a reprovação nas primeiras séries de ensino regular; a idade dos alunos; o trabalho para a sobrevivência e a expulsão da escola por comportamentos inadequados. [...]


[...] Temos uma Política Nacional de Educação Especial elaborada desde 1993. A nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional conhecida como Darcy Ribeiro", sancionada em dezembro de 1996, está ainda em discussão pelos órgãos e entidades ligadas à Educação. Uma das principais polêmicas consiste na dificuldade em incluir crianças portadoras de deficiência. O MEC (Ministério da Educação e do Desporto) lançou, em fevereiro deste ano, uma campanha pela inclusão nas escolas, inclusive nas oficiais. É proibido recusar o aluno portador de necessidades especiais e a Delegacia de Ensino pode ser acionada pela família, se isto ocorrer. [...]


[...] Todos os professores de educação especial e os que atuam em classes comuns deverão ter formação para as respectivas funções, principalmente os que atuam em serviços de apoio pedagógico especializado. A inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais em classes comuns de ensino regular, como meta das políticas de educação, exige interação constante entre professor da classe comum e os de serviços de apoio pedagógico especializado, sob pena de alguns educandos não atingirem rendimento escolar satisfatório (Ibidem, p.51). O atendimento educacional especializado poderá ocorrer fora do espaço escolar, desde que seja observada a freqüência do aluno mediante um relatório escrito pelo professor que atende o aluno, e os lugares onde poderá ocorrer esse atendimento serão em: Classe Hospitalar: Serviço destinado a prover, mediante atendimento especializado, a educação escolar de alunos impossibilitados de freqüentar as aulas em razão de tratamento de saúde que implique internação hospitalar ou atendimento ambulatorial (Ibidem, p.51). [...]

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